*Pelo Fim das linhas Burguesas Divisórias…

Destruindo As Barreiras e as Linhas Divisórias, Acaba-se com o Movimento Migratório: Pelo Fim do Regime Burguês de Produção e Dominação

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*O movimento Migratório Atual – por villorblue

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algum tempo atrás, fui a uma exposição de fotografias no MON, do foto/jornalista Sebastião Salgado, fiquei pensando sobre o processo migratório e suas causas, desde 1993 Salgado vem fotografando o movimento migratório de seres humanos em todo planeta. Inteirei – me (surpreso), que quase cento e cinqüenta milhões de pessoas sofrem deste processo migratório atualmente e vivem fora de seus locais de origem, numero altíssimo se levarmos em consideração o aumento da população mundial atual que paira em torno de cem milhões de seres humanos anualmente. O aumento é ainda mais assustador, cerca de dez milhões de pessoas engrossam este cordão todos os anos, mantendo estas proporções, daqui a dez anos esta enorme fila migratória terá duzentos e cinqüenta milhões de pessoas, em 1985 eram trinta milhões. Partindo desta analise, Salgado andou por 45 países, durante 7 anos, 45 países é quase um quarto do numero total de nações, se levarmos em consideração os 202 países existente, (dados de 2002, de acordo com a Wikipédia), o que da ao seu trabalho uma importância impar.
Os primeiros povos a migrarem para as Américas (por volta de 48 a 60 mil anos) emigraram da Ásia, provavelmente atravessando o estreito de Bering, alguns teóricos pensam também, que povos oriundos da Polinésia, Malásia e Austrália atingiram a America do sul navegando através do Oceano Pacífico, esta seria outra corrente.
Próximo ao ano de 1500 habitavam o Brasil entre 5 a 6 milhões de nativos, (destes , sobreviveram em péssimas condições de vida e com suas culturas em frangalhos, aproximadamente 200 mil pessoas), poderíamos discorrer ainda mais sobre muitas situações historicamente conhecidas, mais isto não vem bem ao caso, o que eu gostaria de evidenciar seriam as “causas de repulsão e de atração” que evidenciam alguns destes movimentos migratórios em alguma regiões.
Partindo das três causas que a meu ver são as mais importantes, “perseguições político/regionais, econômicas e de natureza climática”, sigo minha linha de pensamento e procurarei me concentrar na atualidade, sendo que posso retornar a historia para ilustrar ou reforçar algum raciocínio.
Segundo o ACNUR (Auto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados), a maioria dos refugiados internacionais migra em busca de empregos, ou melhores empregos e melhores salários, após isso vem ás causas de guerras, perseguições étnicas e religiosas, – não nesta ordem obrigatoriamente -, este movimento objetiva principalmente ao EUA e a Europa ocidental e se originam a partir da África, America do Sul e regiões sul e sudeste da Ásia, como podemos constatar, das nações mais pobres do planeta.
Se as causas principais de repulsão da migração atualmente são as acima citadas, poderemos pensar um pouco mais sobre as causas de atração.
Esta analogia é bem simples, mais a partir dela entraremos em uma noção maior. Tenho um trabalho atualmente, ganho muito pouco, na cidade vizinha tem varias empresas com muitos empregos e remuneração maior, a cidade tem uma qualidade de vida melhor. O que eu faço? Fico? Migro? Ai esta a duvida.
Para sobreviver mais confortavelmente, o sistema capitalista teorizou e generalizou. Nas regiões em que ele retira matérias primas para manter seu parque industrial manufatureiro, os salários são vergonhosos, em regiões onde estão implantados os parques industriais os salários são menos vergonhosos e onde estão alojados os executivos, as gerencias, diretorias, etc., os salários são bem melhores. O leitor quer um exemplo? A Adidas abriu uma fabrica na Ásia, mão de obra barata e matéria prima quase de graça, os executivos continuam no EUA com seus salários fabulosos, é assim com todas as transnacionais, carros, cigarros, alimentos, eletrônicos, informática, roupa, etc, etc…Um exemplo mais fácil de confirmar por estar mais próximo, a Cba, (companhia brasileira de alumínio) do grupo Votorantim, comprou a troco de bananas uma vasta extensão de terras na região do Vale do Ribeira (a região com o menor IDH do estado de São Paulo), na divisa entre Paraná e São Paulo, Brasil.
Porque comprou a preço de banana? Primeiro a região sofreu todo um processo de empobrecimento regional ao longo dos últimos anos, fatos divulgados na mídia, falta de investimentos sociais, inexistência de investimentos em infra- estrutura para escoamento da produção agrícola, criação de empregos, etc. A região em evidencia ficou abandonada por um longo tempo, noticiou-se que a Cba (Cia Brasileira de Alumínio) iria construir uma represa (Usina do Alto Tijuco) no rio Ribeira do Iguape, esta represa iria alagar uma vasta área e “ai daquele que teimasse em viver nas regiões abaixo”, na cidade vizinha, Apiaí em São Paulo, tem uma grande mineradora de Cimento, (matéria prima), em outro município limítrofe Adrianópolis no Paraná, tem uma mina (meio desativada..?) de chumbo, prata e ouro (matéria prima), dizem os moradores da região, mais esclarecidos e antigos, que as serras que serpenteiam a região são ricas em ferro, alumínio, prata, urânio e outros. Estas terras atualmente pertencem a Cba, a maioria foi comprada a um preço muito baixo, como a região há muito tempo esta sem investimentos nas áreas sociais, a população em geral, (os pequenos proprietários de terra, etc), venderam ou abandonaram as terras, indo engrossar as periferias das grandes cidades em busca de trabalho. Este exemplo, simplório, por estar mais próximo, faz com que entendamos melhor a situação global.
Nos últimos anos no Brasil, vemos constantemente migrantes morando clandestinamente nas grandes cidades. Quem são estes migrantes? Geralmente oriundos da África, Ásia e America do Sul e geralmente se movimentam por causas econômicas. Quanto ao movimento nacional, sempre tivemos uma grande movimentação da região nordeste e norte do Brasil rumo a região Sudeste/Sul, como a situação de empregos em São Paulo e Rio de Janeiro esta saturada atualmente, se detecta movimentos do Nordeste em direção a alguns estados do Norte (Tocantins, Pará, etc) originados do Piauí, Maranhão, e outros. E na região Sudeste nota-se também o contrario de anos anteriores, habitantes de origens nordestinas estão migrando ou retornando para sua região de origem.
Retornando aos movimentos internacionais, vamos citar um país de origem, poderia citar a China, qualquer região da África, Coréia, qualquer um, especificando citarei apenas a Bolívia. Temos visto constantemente na mídia principalmente em São Paulo, historias de bolivianos que migram e se vem envolvidos em algum problema, geralmente são vitimas de aproveitadores, que lhes tiram o pouco dinheiro que ganham, prometem rios e fundos e não cumprem o que prometem, estes irmãos trabalhadores, que arriscam tudo para conseguir um lugar ao sol, vivem escondidos, trabalham até 20 horas por dia para ter algum lucro, numa clássica relação corroída entre capital e trabalho, isto é, semi escravidão. Este é apenas um exemplo brasileiro, (isto é, falando apenas dos movimentos dentro do território brasileiro. No geral este tipo de problema é igual –só ampliando ou diminuindo suas proporções/micro ou macro- em todas as regiões do planeta onde existe a recepção de migrantes, veja o caso do Japão e seus migrantes brasileiros, “os decasséguis”, eles são vigiados quando entram em supermercados, lojas, etc.), talvez por ignorância e um perfeito desconhecimento da situação destes trabalhadores, olham estes migrantes como se fossem os grandes (ou parte) responsáveis pela péssima situação ou problemas em que vivem, ou por todos os problemas gerados na região onde moram e por serem geralmente pobres, são vistos abaixo da linha do preconceito, desprezados e se não bastasse a falta de benefícios e os baixos salários a que são submetidos em seus trabalhos semi escravos.
COMO O TRABALHADOR DE UMA NAÇÃO POBRE, VÊ UMA NAÇÃO RICA E IMPERIALISTA…
Esta visão serve para quaisquer países em qualquer continente, para facilitar o entendimento exemplificaremos o Brasil como receptor do movimento.
Como um paraguaio, peruano, boliviano, etc, vê o Brasil lá fora? Geralmente sendo este trabalhador um pouco mais consciente, pensa de primeira, é um pais rico e imperialista. Espera lá. Imperialista? Com certeza, desde há muito tempo. Lembram do tratado de Tordesilhas? E da guerra do Paraguai? E a situação do Acre? E do estado de Santa Catarina? A mudança destas divisas e ganho de território foram simples manobras imperialistas, tenho em consciência que toda nação receptora de movimentos migratórios são diretamente responsável pelas regiões pobres do planeta.
Se existe regiões empobrecidas, os mais ricos exploram suas matérias primas como um aspirador de pó absorve a poeira de um tapete. Só os países mais ricos têm parques industriais para transformar esta matéria prima em objetos comerciáveis, apenas eles possuem também saída para estes produtos através das câmaras mundiais, sendo assim impõe a estas matérias prima o preço que querem, relegando aos mais pobres apenas o trabalho e o (in) conformismo.
O Brasil é visto pelo proletário da America Latina, África, sul e sudeste da Ásia, como um país rico e imperialista (não me refiro a população extremamente pobre e as suas tristes realidades), a historia e os dados estão aí para atestar este imperialismo e os índices confirmam que o pais (não a população) não é pobre (PIB, reservas internas e internacionais, arrecadação de impostos, etc.), miserável somos nós, sua massa explorada, esta miséria geralmente não é mostrado no exterior, infelizmente a propaganda internacional mostra apenas mulheres de biquíni, corpos torrados ao sol, como se o Brasil fosse apenas uma grande nação de fornicadores e lascivos.
Como entrar no Brasil é mais fácil do que entrar em países da Europa ocidental e EUA, o Brasil seria uma das opções para se trabalhar e ganhar dinheiro, por três motivos maiores, em parte por se falar o português, o brasileiro aceita razoavelmente o migrante, temos muitas empresas (micro, pequenas, e medias) que admitem estrangeiros sem constrangimentos, incluindo neste aceite os clandestinos, estas facilidades agem como um farol sobre os mais pobres de outros países, norteando e obcecando.
Na idade media o tema dos bárbaros colonizadores, era “não existe pecado ao sul do equador”, isso prevalece como se fosse um arquétipo maldito (este lema foi um dos grandes responsável pelo extermínio da nação indígena brasileira).
Voltando um pouco, se exige pouco das empresas que exploram matéria prima nas áreas das, relações do trabalho, ecologia e sociais, as matérias primas geralmente são vendidas na sua forma pura para outros países (a não ser em países do primeiro mundo onde geralmente são beneficiadas e manufaturadas no local de extração, ver o vale do silício na Califórnia-EUA), deveriam ser beneficiadas em seus locais de extração, se assim ocorresse, seriam gerados um grande numero de empregos nos países do terceiro mundo, contribuindo para o aumento do IDH nestas regiões e segurando os trabalhadores em suas regiões de origem, reduzindo em muito o movimento migratório.
ALGUMAS CONSEQUÊNCIAS SOBRE O TRABALHO DE MIGRANTES ILEGAIS..
Local: Japão, qualquer estado ou cidade, alguns decasséguis moram num prédio de apartamentos simples, dividem um quarto/cozinha, trabalham para um empreiteiro que não conhecem bem o nome, não tem carteira assinada, não tem benefícios, não tem convenio medico, não tem décimo terceiro, apenas saem de férias quando ocasionam férias coletivas na empresa, 15 ou 20 minutos de almoço, não podem financiar imóvel, carro, ou quaisquer bens duráveis, compram somente a vista, não podem se envolver em acidentes de transito. Como vemos, não difere muito de trabalhadores estrangeiros que moram e trabalham no Brasil, ilustrei este constatado, apenas para mostrar que as contradições entre o capital e o trabalho são comuns em qualquer lugar do planeta, apenas minimizado em algumas regiões, este exemplo poderia acontecer nos EUA, Alemanha, França, ou qualquer outro país, o capital abre e fecha filiais em qualquer parte do mundo, não se importa com o ser humano, ele migra ao bel prazer. Para abrir uma fabrica no Brasil e oferecer 750 empregos diretos, uma indústria automobilística francesa fechou uma fabrica na Bélgica onde mantinha 7500 postos de trabalho diretos (Para onde foram estes trabalhadores demitidos?), isso é apenas um exemplo entre milhares. O sistema só não consegue mudar os locais de exploração das matérias primas.
CONCLUSÃO
Gostaria ao concluir, explanar algumas idéias para tentarmos, senão sanar definitivamente (não acredito que nos parâmetros do sistema capitalista estes conflitos sejam solucionados definitivamente), ao menos amenizar o gravíssimo problema do movimento migratório, não é concebível, seres humanos trabalhando em condições subumanas em regimes escravagistas ou semi-escravagistas apenas porque vêem de uma região mais pobre, por pertencer a outras minorias, etc., na situação de foragidos ou banidos políticos, ou então por causa de cataclismos naturais, ou simplesmente por pertencer às áreas mais pobres do planeta, todos devemos ser respeitados dignamente. Se o sistema vigente não tem capacidade para solucionar esta e outras situações degradantes referente ao ser humano, que reconheça. Só assim a humanidade poderá debater e encontrar seu caminho. Para abrir a discussão, seleciono alguns tópicos para serem colocados em prática a curto e médio prazo, estes tópicos, apesar de gerarem um grande trabalho para sua concretização, são viáveis.

• Beneficiamento das matérias no local de origem de extração, ex. minério do ferro, alumínio, cobre, cal, cimento, madeira, grãos, subprodutos do petróleo, etc.
• Após serem beneficiadas estas matérias (não havendo condições de serem manufaturadas no local), as empresas compradoras por excelência devem exigir das vendedoras as, ISO’s 9000, 14000 e 18000, que regem sobre o controle das qualidades ambientais e das relações do trabalho.
• Um fundo internacional (teoricamente já existe) uma espécie de tributo cobrado de empresas transnacionais e destinados a educação e saúde em países do terceiro mundo, principalmente as regiões mais pobres do planeta, para que não houvesse desvios este fundo seria aplicado pela FAO e UNESCO, seria fiscalizado por ONGs, associações locais, organismos internacionais de auditoria, toda a comunidade envolvida, sindicatos, etc., quanto mais fiscalização mais eficiente sua distribuição.
• Uma reformulação dos salários nas regiões onde originam os disparos emigratórios, para que estas regiões se tornem atrativas para todos. As nações devem envolver-se neste processo, através de fóruns constantes e soluções diretas e praticas.
• O debate constante em fóruns, seminários, nas escolas, nas igrejas, dentro de secretarias e ministérios de governos, para solucionarmos definitivamente o problema dos preconceitos raciais, sociais, étnicos, sexo, etc. …

Com alguns destes tópicos alinhados, gostaria agora de prendê-lo um pouco mais nesta leitura e falar sobre alguns relatórios atuais de organismos com aos quais não tenho duvidas sobre exatidão e seriedade:
Segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), o aumento dos preços dos alimentos no mundo fez o numero de famintos aumentar em 40 milhões em 2008. a FAO divulgou na data de 09/12/2008 que a fome já atinge 963 milhões de pessoas. A FAO disse ainda que a crise mundial levara ainda mais pessoas a esta condição. Segundo a FAO, os problemas estruturais da fome, como falta de acesso à terra, ao credito, e ao emprego, combinados com o aumento dos preços dos alimentos permanecem como uma dura realidade para milhões de pessoas . A FAO relatou ainda que grande maioria destes famintos -907 milhões- vive nos países pobres. Destes, 590 milhões moram em sete países, são estes; Índia, China, Congo, Bangladesh, Indonésia, Paquistão e Etiópia, este mesmo relatório informa que na África Subsaariana, um terço da população -236 milhões- vive em estado de fome crônica. Sendo a maior proporção dentre os continentes. O Congo foi disparado o país Africano onde a fome mais se alastrou. A população de famintos passou de, 26 por cento em 2003/05 para 76 por cento em 2008. Na America Latina e Caribe, a fome atinge 51 milhões de pessoas atualmente.
Outro relatório desta vez emitido pela Comissão Econômica para a America Latina e o Caribe, ( Cepal ), informa que a crise do “sistema capitalista” (eles não usam sistema capitalista, usam crise financeira global), provocara um aumento no numero de pobres e indigentes na America Latina nos próximos anos, acirrando ainda mais os problemas que atravessamos.

Minha opinião para abertura de uma discussão sobre o tema “MOVIMENTO MIGRATÓRIO”.
Como em todas as crises da historia, quem sofre realmente são as massas oprimidas, pagando um alto preço pela dissolução dos problemas do sistema de exploração, nada mais sensato que, as massas tomem as rédeas para a condução de uma sociedade onde realmente a fraternidade e a solidariedade sejam focados como ponto central de todas as políticas. Não vejo outra solução.

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*Eles apenas pensavam e protestavam…foram assassinados – por villorblue

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43 crianças sequestradas e assassinadas no dia 27 de setembro de 2014… México e o extermínio sistemático dos povos autóctones nas AméricasIsso é uma herança do maldito psi e parece não ter fim…

O que aconteceu no México, após o 27 de setembro de 2014? As fotos em redes sociais, o vídeo na Internet, e acima de tudo, as experiências pessoais de boca transmissíveis, passeatas realizadas, intervenções artísticas e políticas em espaços públicos, greves em universidades e milhões de pessoas indignados com um evento que já passou as fronteiras nacionais. “Vivos foram levados, vivos nós queremos!”, “Não somos nós todos, faltando 43”, “Somos todos Ayotzinapa” “Você pode ser você, eles poderiam ser seus filhos” fazem parte dos slogans que gritavam nas últimas semanas, cansados de impunidade e vendo essa afronta à sociedade como os professores-alunos. É a consciência coletiva que ganhou uma batalha feroz contra o individualismo até então invicto. E é por isso que não é raro (quando você acessa os solidários do Facebook ou do Twitter) ver banners mexicanos em vários idiomas, mostrando fisionomia solidaria: “A sua luta é a nossa luta”, “Nous Sommes Tous Ayotzinapa” ” Demokratie em Mexiko ist ein Betrug “. A partir da eleição de 2012, Colima começou a cantar no mesmo tom que o resto do país, ou pelo menos uma parte da sociedade de Colima. A quarta-feira do lado de fora da catedral, na marcha organizada pelo CEU e por estudantes de filosofia, podemos ver unidos os zapatistas, as feministas de diferentes grupos, artistas, professores, sindicalistas, estudantes organizados e não organizados e uma série de pessoas difíceis de classificar. É Colima se opondo solidariamente ao silêncio indolente das elites.

Leia mais;…http://ceucolima.blogspot.com.br/

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*A Syngenta na guerra do Vietnã – por villorblue

Leia tambem: https://radioproletario.wordpress.com/2016/01/12/mosquitos-geneticamente-modificados-liberados-aos-milhoes-inclusive-no-brasil/

História e Sociedade (27)

A Syngenta é uma empresa transnacional do agronegócio com sede na Suíça. A empresa tem operações em mais de 90 países, e emprega mais de 19.500 pessoas. Em 2006, suas vendas foram de US$8,1 bilhões, tendo 80% de sua receita proveniente de agrotóxicos e 20% da produção de sementes. A Syngenta é a terceira maior empresa do setor de sementes no mundo.

A Syngenta resulta de mais de dois séculos de fusões de empresas européias do setor químico. Segundo Brian Tokar, o antecessor mais velho da Syngenta foi J.R. Geigy Ltd., que foi fundada na Suíça em 1758, e começou a produzir químicos industriais inclusive tintas, tinturas e outros produtos. A Geigy ficou famosa e rica quando descobriu a eficácia inseticida do Dicloro Difenil Tricloroetano (DDT, atualmente, produto este proibido em boa parte do planeta). A Syngenta também tem raízes na Industrial Chemical Industries (ICI), uma empresa de explosivos fundada na Grã Bretanha em 1926 por Alfred Nobel, o inventor da dinamite. A ICI abastecia as Forças Aliadas durante a Segunda Guerra Mundial com explosivos e químicos para uso como arma química. Em 1940, a ICI descobriu as propriedades seletivas do ácido alphanapthylacetic, e sintetizaram os herbicidas MCPA e 2,4-D. O herbicida, agente laranja como é conhecido popularmente, derivado do 2,4-d, posteriormente foi usado pelos militares dos estados unidos durante a guerra imperialista do Vietnã , a grande propaganda de guerra americana na época, dizia que o agente laranja era utilizado para desfolhar as arvores, porém na realidade era utilizado para desfolhar a carne dos norte-vietnamitas. Em 1970 a Geigy e a Ciba se fundiram para formar a Ciba-Geigy, uma grande empresa com operações em mais de 50 países. Em 1994 a ICI desmembrou seus setores de químicos farmacêuticos e agrotóxicos dando origem à Zeneca Group PLC. A Zeneca fundiu-se com a Astra AB da Suécia em 1998, criando a AstraZeneca. Em 1996, a Sandoz, uma outra empresa Suíça formada em 1876, fundiu-se com a Ciba-Geigy para formar a Novartis, a maior fusão empresarial na história daquela época. Em 2000, a Novartis fundiu-se com o setor do agronegócio da AstraZeneca, formando a Syngenta, o primeiro grupo global focado exclusivamente no agronegócio.

A biotecnologia é muito importante para a Syngenta. Entre 2001 e 2002, a Syngenta foi responsável pela maior contaminação genética da história, quando vendeu ilegalmente sementes transgênicas de milho BT10 aos agricultores nos Estados Unidos. Este milho transgênico entrou nos sistemas alimentares dos humanos e de animais. A Syngenta também é líder no desenvolvimento da “Tecnologia Terminator”, um processo de engenharia genética que torna sementes estéreis numa tentativa de forçar os agricultores a sempre comprarem suas sementes, em oposição à prática camponesa de selecionar, cuidar e compartilhar sementes livremente.

O Crime da Syngenta e a Ocupação

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A Ciba-Geigy começou suas operações no Brasil em 1971 e passou a ser demominada Syngenta em 2001. No início de março de 2006, a Terra de Direitos, uma organização localizada em Curitiba, que atua nas áreas de direitos humanos e meio ambiente, e trabalha com os movimentos sociais, denunciou ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais (IBAMA), que a Syngenta e doze outros produtores plantaram ilegalmente soja transgênica na zona de amortecimento do Parque Nacional do Iguaçu. Dado a suas ameaças à biodiversidade, por determinação da legislação federal brasileira, é proibido cultivar transgênicos na zona de amortecimento dos parques nacionais. Uma investigação feita pelo IBAMA confirmou que a Syngenta e os agricultores violaram a lei ambiental federal e multou a todos. A multa da Syngenta é de aproximadamente US$465,000. Enquanto todos os agricultores recorreram à multa, perderam e em seguida pagaram suas multas, a Syngenta tem se recusado a reconhecer qualquer crime, sendo a única que ainda não efetivou o pagamento.

Após a investigação do IBAMA ter confirmado a violação da lei federal pela Syngenta, a Via Campesina ocupou não violentamente o seu campo experimental. A Via Campesina e a Terra de Direitos defendem legalmente a ocupação com base num artigo constitucional que diz que a terra precisa cumprir uma função social. Eles argumentam que o campo experimental da Syngenta não estava cumprindo a sua função social, e que o cultivo ilegal da soja transgênica na zona de amortecimento do Parque Nacional do Iguaçu constituiu uma ameaça direta à sociedade brasileira, porque colocou em risco sua biodiversidade, os recursos naturais e o sistema alimentar do país.

Em julho de 2008, a Terra de Direitos e a Via Campesina lançaram uma campanha internacional de solidariedade, conquistando apoio de mais de 75 organizações de todo o mundo. A campanha dirigiu emails diretamente para Pedro Rugeroni, chefe da Syngenta no Brasil, exigindo que a empresa reconheça seu crime e pague a multa ao IBAMA. A campanha também dirigiu emails ao Governador Requião (Paraná), motivando-o a desapropriar o sítio da Syngenta. Em resposta, a Syngenta comprou uma página inteira nos dois maiores jornais brasileiros, onde publicou uma mensagem em sua defesa. Na sua resposta hostil aos apoiadores da campanha internacional, continuou negando qualquer crime e atacou a “invasão ilegal” do seu campo experimental.

Segundo a Céleres, especializada em agronegócio, o total da área plantada com cultivos geneticamente modificadas em 2013, chegou a 37,1 milhões de hectares, o que representou um aumento de 14% em relação ao ano anterior (que por sua vez, já tinha registrado um aumento de mais de 21% em relação à safra de 2010/2011) – ou seja, 4,6 milhões de novos hectares dedicados a variedades transgênicas.

Segundo o IBGE em 2013, a área recorde dedicada à atividade agrícola no país de 67,7 milhões de hectares. Cruzando o dado do IBGE com o da consultoria Céleres, chega-se à conclusão de que os transgênicos responderam por 54,8% de toda a área cultivada na safra 2012/2013 no país. Os maiores produtores entre os países em desenvolvimento são Brasil, Argentina, Índia e China. Ironicamente, no pais sede da ‘sungenta’  (proposital) não se planta transgênicos.  “Variedades de algodão resistente a insetos são os cultivares transgênicos comercialmente na Ásia e na África”, diz a FAO. Na América Latina, “são a soja  seguida pelo milho resistente a inseto”. Nem os insetos querem produtos transgênicos…

Como vemos, suecos, suíços, americanos, ingleses, canadenses, etc, são todos santos…

O que já estamos consumindo de transgênico direta ou indiretamente : Milho, soja, algodão, mamão papaya, queijos, trigo, centeio, abobrinha, arroz, feijão, salmão

Fonte : http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/02/130207_transgenicos_cultivo_tp

Isto tudo parece um filme de terror.

*O Sistema Bancário Mundial Nunca mais Será o Mesmo

Analista adverte

Top Financial Expert adverte que as ações precisam cair entre 30 e 40% com surgimento de novos temores de bancarrota

19 de setembro de 2017
Será que haverá uma grande quebra no mercado de ações antes do final de 2017?
Para muitos de nós, parece que esperamos que essa bolha do mercado de ações ridícula explodisse por muito tempo. Os especialistas nos advertiram uma e outra vez que as ações não podem continuar assim indefinidamente, e, no entanto, esse mercado parecia absolutamente determinado a desafiar as leis da economia. Mas a maioria das pessoas não lembra que passamos por uma coisa semelhante antes da crise financeira de 2008 também. Recentemente, falei com um investidor que tritava o mercado três anos antes daquele acidente. No final, sua análise de longo prazo foi direta sobre o dinheiro, mas seu tempo foi apenas um pouco fora, e o mesmo será verdade com muitos especialistas desta vez.
Na segunda-feira, fiquei impressionado ao saber o que Brad McMillan acabara de dizer sobre o mercado. Ele é considerado uma das mentes mais brilhantes do mundo financeiro e ele disse à CNBC que as ações precisariam cair “em algum lugar entre 30 e 40% apenas para chegar ao valor justo” …
Brad McMillan – que aconselha conselheiros financeiros independentes que representam US $ 114 bilhões em ativos sob administração – disse à CNBC na segunda-feira que o mercado de ações está muito sobrevalorizado.
“O mercado provavelmente teria que cair em algum lugar entre 30 e 40 por cento para chegar ao valor justo, com base em padrões históricos”, disse McMillan, diretor de investimentos da Commonwealth Financial Network, com sede em Massachusetts.
A análise de McMillan é muito semelhante à minha. Durante um longo período de tempo, tenho avisado que as avaliações deveriam diminuir em pelo menos 40 ou 50 por cento apenas para retornar às médias de longo prazo.
E as avaliações de ações sempre retornam às médias de longo prazo eventualmente. Só que desta vez a bolha foi inflada artificialmente tanto que um retorno às médias a longo prazo será absolutamente catastrófico para o nosso sistema.
Enquanto isso, sinais de problemas para a economia real continuam a entrar em erupção. Conforme observado na manchete, parece que a Toys R Us está à beira da falência …
A Toys R Us contratou advogados de reestruturação na Kirkland & Ellis para ajudar a lidar com $ 400 milhões em dívidas em 2018, a CNBC havia relatado anteriormente, observando que a falência era um resultado potencial.
Kirkland recusou-se a comentar.
No início da segunda-feira, a Reorg Research, um serviço de notícias focado na falência e dívida em dificuldades, relatou que a Toys R Us poderia solicitar a falência logo na segunda-feira.
Este é mais um sinal de que 2017 será o pior ano para fechamentos de lojas de varejo na história dos EUA. Não sei como alguém pode observar o que está acontecendo com o setor varejista (ou a indústria automobilística para esse assunto) e argumentam que a economia dos EUA está em boa forma.
Mas a maioria dos americanos parece basear suas opiniões em como a economia está fazendo o quão bem o mercado de ações está se apresentando, e graças à intervenção implacável do banco central, os preços das ações apenas continuaram subindo e subindo.
De muitas maneiras, o que estamos assistindo hoje é uma repetição da bolha dotcom do final da década de 1990, e isso é algo que McMillan também comentou durante sua discussão com a CNBC …
A parte da tese de McMillan está enraizada em sua convicção de que os níveis elevados dos chamados estoques FANG – Facebook, Amazon, Netflix e Alphabet Google-parentes – parecem reminiscentes da bolha ponto-com no final da década de 1990.
“Eu tenho dito sobre o ano passado, este ano parece muito com 1999 para mim”, disse McMillan em “Squawk Box”. “Se você olhar para a economia subjacente [e] se olhar para o mercado de ações, o As semelhanças são notáveis ​​”.
Estou impressionado que tantos grandes nomes continuem a emitir avisos extremamente ameaçadores sobre os mercados financeiros e, no entanto, a maioria dos americanos parece completamente despreocupada.
É quase como se o 2008 nunca acontecesse. Nenhum dos nossos problemas a longo prazo foi resolvido após essa crise, e a atual bolha em que estamos enfrentando é muito maior que a bolha que explodiu naquele momento.
Não sei por que mais pessoas não conseguem ver essas coisas. Chegou a um ponto em que “até Goldman Sachs está ficando preocupado” …
A bolha do mercado de ações é agora tão maciça que mesmo Goldman Sachs está ficando preocupado.
Vamos ficar claros aqui: Wall Street faz o melhor e ganha mais dinheiro quando as ações estão rugindo mais alto. Então, para que uma importante empresa de Wall Street, como a Goldman, comece a se preocupar abertamente com a questão de saber se os mercados vão ou não cair, tem que haver uma verdadeira infiltração de problemas.
Nessa nota, o indicador do Market Bear Market da Goldman atingiu os níveis que desencadearam APENAS ANTES DO ÚLTIMO DOIS MERCADOS DE CRASHES.
Quando as coisas se derrubarem desta vez, será ainda pior do que o que passamos em 2008. Na sequência, precisaremos de pessoas que compreendam que precisamos fundamentalmente redesenhar como nosso sistema funciona, e isso é algo que Espero ajudar. Não podemos basear nosso sistema financeiro em uma pirâmide de dívidas, e não podemos permitir que Wall Street funcione como um casino gigante. Nossa economia inteira tornou-se essencialmente um esquema Ponzi colossal, e é inevitável que ele venha horrivelmente a cair em algum ponto.
Mas, por enquanto, os cegos continuam a liderar os cegos, e a maioria dos americanos não vai acordar até nós ter ultrapassado o limite.

 

O pesadelo do colapso continua assombrando

18 de setembro de 2017
Recusa dos EUA de “Termos de entrega” com russos avisando da vinda do Colapso bancário ocidental “dentro de meses”
Um novo  relatório do Conselho de Segurança (SC) afirma hoje que, durante a reunião acabada e  concluída em Nova York nas Nações Unidas entre o ministro das Relações Exteriores, Sergei Lavrov e o secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, se”recusado” a Rússia e a China descrevem uma nova ordem econômica global apoiada por ouro com eles rotulando essa oferta como “termos de rendição” – mas cuja recusa, portanto, sinaliza o colapso iminente de todo o sistema bancário ocidental, cuja estrutura toda é avisada pronta para implodir “em meses”. 
De acordo com este relatório, quando o presidente Putin, durante a última quinzena, advertiu os americanos de que BRICS estava pronto para desafiar o dólar americano como a moeda de reserva global, as demandas feitas aos Estados Unidos pela Rússia e pela China eram: 1.) Os americanos estabilizem imediatamente o colapso do dólar- e 2.) dos EUA.) Os americanos façam um esforço sustentado e concentrado para manter seu limite de dívida nacional abaixo de US $ 20 trilhões – e como relatamos anteriormente em nosso artigo de 13 de setembro “Rússia-China preparam-se para Golpe final”para a América à medida que os exércitos massivos  se concentram na Europa”.
O dólar norte-americano, este relatório explica, sustenta o “sistema petrodólar” que é mais importante para a dominação global americana do que as exportações de armas ou a cultura de Hollywood, porque permite que os EUA sejam o maior exportador do dólar americano no resto do mundo precisa poder comprar petróleo – mas a Venezuela (que tem as maiores reservas de petróleo do mundo) tornou-se a última nação a abandonar o uso.
O regulador global do “sistema petrodólar”, este relatório explica, é o Banco de Pagamentos Internacionais (BIS), com sede na Suíça (chamado de “banco de bancos”) e que, em junho passado, emitiu um relatório chocante, afirmando isso para 70% dos US $ 700 bilhões nos fundos de reserva do dólar norte-americano de investidores da OPEP não poderiam ser contabilizados – com a descoberta de que um décimo do PIB mundial é mantido em paraísos fiscais offshore – e também ontem, descobrindo um impressionante $ 14 trilhões da dívida global do dólar norte-americano escondida em contratos de derivativos e swap – uma soma surpreendente que duplica os níveis subjacentes de crédito no dólar offshore no sistema internacional.
O ex-economista-chefe do BIS, William R. White, em seu comentário sobre essas chocantes descobertas na semana passada, continua o relatório, adverte que o “sistema petrodólar” tornou-se “perigosamente desestruturado” e que afirma ainda que a situação atual “parece muito semelhante ao de 2008 “, acrescentando que ele vê” mais perigos “hoje do que ele via em 2007 – e cujas advertências não podem ser ignoradas, pois ele foi um dos poucos que advertiu sobre o comportamento selvagem nos mercados de dívida antes da tempestade bancária global atingida em 2008 – e isso é conhecido agora como a Grande recessão.
Concordando com o BIS que o “sistema petrodólar” está próximo de um colapso total, observa este relatório, o gigante bancário francês Société Générale Group e que acabara de emitir um aviso afirmando que “a volatilidade perigosa está incitando flashbacks para o mercado global 2007-2008 de crise financeira “- e quem, como o economista-chefe do BIS, William R. White, alertou sobre o colapso bancário global de 2007-2008 meses antes de ocorrer – e que também tivemos, documentado em nosso artigo de 28 de junho de 2007 intitulado”Bancos dos EUA em  Colapso “Iminente” alerta o gigante bancário francês “.
Juntando-se ao BIS e ao Grupo Société Générale, este relatório continua, o gigante bancário global Goldman Sachs, com sede nos EUA, que também emitiu um aviso afirmando que os mercados financeiros norte-americanos também podem estar em colapso silencioso, mas todos avisos, como aconteceu em 2007 antes do grande colapso bancário, os meios de propaganda mainstream dos EUA não permitirão que o povo americano conheça sobre.
Em 2008, quando o “sistema petrodólar” explodiu no terremoto financeiro global agora chamado “As Três Semanas que Mudaram o Mundo”, este relatório explica ainda, a Reserva Federal dos EUA inundou o mundo com US Dollars para evitar que tudo se desabasse no globo – e cujo custo agora totaliza até US $ 4,5 trilhões, eles vão tentar lidar com na próxima semana – mas cuja primeira vítima é avisada será, provavelmente, o Euro que os especialistas agora estão avisando está pronto para quebrar também.
Para se proteger contra o colapso iminente devastador do “sistema petrodólar” e do sistema bancário ocidental, detalha este relatório, a Rússia e a China embarcaram em um plano para “desdolarizar” as pressas  a economia global e devolvê-la ao padrão-ouro e que ambas as nações são capazes de realizar com os seus produtores de ouro número um e número dois no mundo.
A Rússia, também, informa o relatório, deixou o sistema bancário global do Ocidente e vendeu todas as suas reservas em dólares norte-americanos, substituindo-os por ouro e, da mesma forma, iniciou na semana passada a substituição do Visa e MasterCard do Ocidente pelo MirCard russo .
Embora uma guerra comercial dos EUA com a China sobre a Coréia do Norte acabe com o monopólio americano sobre o sistema financeiro global, este relatório observa, os chineses, no entanto, ordenaram que não haja turbulência no mercado até o final do seu Congresso do Partido Comunista em 11 de outubro – mas cujos bancos são “extremamente vulneráveis” a qualquer choque americano devido a ter mais de US $ 40 trilhões em ativos de apenas US $ 2 trilhões em patrimônio.
Também deve ser notado, diz o relatório, que milhões de pessoas no Ocidente abandonem o dólar norte-americano pelo que chamam de “criptografia” (como Bitcoin), eles acreditam que os protegerão – e a presidente do Banco de Rússia, Elvira Nabiullina, alertando para os perigos de comparar o uso de “cryptocurrency” a uma pirâmide financeira e quem, ao proscrever o Themstated “Nós, de fato, não legalizamos pirâmides”.
Com o BIS e a China ecoando as preocupações da Rússia sobre “criptografia” não sendo mais do que um esquema de pirâmide financeira golpista , este relatório continua, alguns especialistas americanos também estão chegando à mesma conclusão e quem recentemente advertiram:
“A Microsoft, a Apple e o Google estão muito apertados com o governo dos EUA. É parte da razão pela qual a Rússia continua a reprimir o uso de seus softwares.
Putin sabe que é todo o spyware.
Em segundo lugar, se seus criptos são armazenados no seu navegador, eles podem ser roubados de você.
Esqueça pequenos ladrões. Estou pensando muito mais do que isso.
Você realmente acha que qualquer uma dessas empresas não cumpriria um decreto do IRS para aproveitar seus ativos diretamente do seu computador? “
Gostaríamos de encerrar este relatório hoje, apontando para você que, em 28 de junho de 2007, o advertimos em nosso artigo intitulado “US Banking Collapse”, o “Advirta” do “French Banking Giant” sobre o que ocorreria em breve – e isso foi seguido quase um mês depois, em 26 de julho de 2007, quando o mercado de ações dos EUA caiu 400 pontos, e que se recuperou em sua pré-recessão em 9 de outubro de 2007, fechando em 14.144,43 -, mas que 18 meses depois caiu mais de 50% para 6.594,44 em 5 de março de 2009.
Embora muito poucas tenham ouvido nosso aviso de 28 de junho de 2007, aqueles que pouparam os dólares americanos e compraram ouro – então, em 2007, vendendo por US $ 608.40, a onça – em 2009 valia 1212,50 dólares a onça – e hoje vale US $ 1314,80. uma onça.
Você nunca deve, ou claro, basear qualquer decisão financeira que você fizer no que dizemos – mas, novamente, por favor, em 28 de junho de 2007, advertimos que Bear Stearns iria entrar em colapso e causaria um colapso bancário global – mas isso quase um ano depois, em 11 de maio de 2008, um dos principais propagandistas financeiros da mídia dos EUA, chamado Jim Kramer, da CNBC, disse que isso era uma mentira completa.
Aqueles que ouviram os propagandistas de mídia convencionais dos EUA, no entanto, e como você sabe, perdeu tudo – enquanto aqueles que ouviram nosso aviso sobreviveram e até prosperaram – e quando dirigimos para aqueles de vocês hoje que “têm ouvidos para ouvir” e “Olhos para ver” fiquem atentos.

Ler na íntegra: https://undhorizontenews2.blogspot.com.br/2017/09/o-pesadelo-do-colapso-continua.html

*Amor e Sacrifício. Um Documental Sobre as Mulheres Insurgentes do Curdistão

Entrevista a  Alba Sotorra, una documentalista catalana que estuvo conviviendo con las guerrilleras kurdas que vencieron a Estado Islámico en Kobane, Siria.

“Para mí, el amor verdadero es servir a mi gente”, dice Aryan. “El amor más grande es el sacrificio”. Protagonista de “Amor y Sacrificio”, el título provisional del nuevo documental de Alba Sotorra, Aryan es una guerrillera kurda, comandante de las Unidades Femeninas de Protección, que combatió al Estado Islámico durante la batalla de Kobane (Siria).

La realizadora catalana, que pasó meses conviviendo con Aryan y el resto de las guerrilleras kurdas en Kobane, está ultimando los detalles de una película en la que retrata, en primera persona, cómo es ser mujer estando en primera línea del frente. “Amor y Sacrificio” es, además, un fresco sobre cómo una soldado convaleciente lucha por volver a levantarse.

Nos acercamos al estudio de la directora para hablar con ella sobre “Amor y Sacrificio”, sobre su experiencia en Siria, y sobre el trato superficial que las Unidades Femeninas de Protección reciben por parte de los medios occidentales.

-Llegas a Kobane por primera vez en 2015, ¿cierto? ¿Qué contexto político y bélico se está dando en la ciudad por aquel entonces?

-Era la época que Estado Islámico estaba avanzando en Siria, y lo estaba haciendo muy rápido, porque en muchos de los pueblos no encontraba resistencia alguna. Pero, cuando llegaron a la zona norte, dónde están los kurdos, éstos les estuvieron plantando cara durante muchos, muchos meses; son un pueblo muy guerrero y orgulloso. La presión mediática hizo que la Coalición Internacional interviniera, apoyando a los kurdos mediante incursiones aéreas, y haciendo que ISIS saliese de la ciudad. Pero, tras esa salida, la ciudad se mantuvo cercada por los terroristas. Cuando llego yo, Kobane justo acababa de caer.

-¿Cuántas personas erais en el equipo de rodaje?

-Fui sola; no habría podido entrar si hubiera ido con cámara y sonidista. Lo que hice fue ponerles micros inalámbricos a ellas, y encargarme yo de llevar la cámara.

-¿Cómo consigues entrar en Siria?

-Es muy complicado; toda una aventura. Has de entrar de noche, para empezar. Yo tenía contactos kurdos, gente de confianza, para ayudarme a cruzar la frontera. Sabía que, si quería entrar, tenía que hacerlo de forma ilegal, pero no conocía todo lo que implicaba entrar en Siria en esas condiciones. Cuando me planté en la frontera, venía de rodar en Cambridge, cargada con una maleta rosa gigante. En cuanto me vieron llegar con la maleta a cuestas, se pusieron a discutir entre ellos. “¿Hay algún problema con mi maleta?”, les pregunté. Me dijeron que era demasiado grande. “Hay que cruzar la frontera a pie”. Yo me esperaba un todoterreno o algo así. “Bueno, ¿y cuánto tenemos que caminar?”. Me dicen que no hay que caminar: hay que correr, y hacerlo durante horas.

-¿Cuál fue tu reacción?

-Abrí la maleta, saqué la cámara, metí algunas bragas en la funda del trípode, y dejé el resto allí. Pero cuando empecé a revolverlo todo, con aquellos tres tíos mirando, y empecé a sacar que si vestidos, que si unos zapatos de tacón… Me morí de vergüenza, la verdad. Entonces no sabía que cuando llegabas allí te dejaban ropa, como tampoco sabía que para cruzar la frontera tendría que hacerlo a pie y campo a través; de noche.

-¿Con qué te encuentras al llegar a Kobane?

-Llego de noche y era la oscuridad total: no hay electricidad desde la incursión de Estado Islámico. A la mañana siguiente, cuando desperté, el impacto fue bestial: me encontré con una ciudad completamente destrozada. Con el asedio de ISIS, tampoco podían entrar comida, ya no hablemos de maquinaria de limpieza. En esa primera incursión solo fui a documentarme; estuve más viviendo la ciudad que grabando.

-¿Hay alguna diferencia sustancial en Kobane entre este primer contacto y los siguientes?

-La segunda vez que vuelvo estoy en el frente, durante la operación militar que pretendía poner fin al asedio cada vez mayor de ISIS a Kobane. Estuve dos meses, los mismos que tardaron en vencer a Estado Islámico; yo pensé que la película terminaba ahí: tras la gran fiesta que organizan al liberar la ciudad. Sin embargo, cuando revisé el material ya de vuelta en casa, me di cuenta que había muchos agujeros en la historia. Tenía que volver una tercera vez a Siria.

-¿Cambió mucho la película en esa tercera incursión?

-La cambió por completo. Me avisaron de que Aryan, la guerrillera en la que había centrado el documental, estaba muy mal: la habían herido en el frente. Averigüé en qué hospital estaba, fui a visitarla, y esta vez me quedé durante un año allí, grabando su recuperación. Eso me hizo conocer la guerra a un nivel mucho más profundo: si no hubiera vuelto, solo habría documentado la acción, la victoria y la gloria, obviando esta otra parte, que es la realmente jodida.

-¿Crees que desde Occidente hemos mitificado demasiado la lucha de las Unidades Femeninas de Protección?

-Con respecto a las guerrilleras kurdas, lo que desde luego hay es una imagen muy superficial de su figura. Es normal: la primera vez que las ves, te quedas fascinado. Parecen invencibles y, además, su lucha tiene un sesgo ideológico tan grande que tendemos a imaginárnoslas pensando y actuando a todas por igual; en bloque. Para poder llegar a sus contradicciones y a sus matices, has de pasar mucho tiempo con ellas. Aryan, que es una mujer de convicciones intocables, hay un momento durante su recuperación donde empieza a dudar y a cuestionárselo todo, y eso es lo que para mí la hace más fuerte todavía. La hace humana; si no, no te la crees.

-¿Cómo te recibieron Aryan y el resto de guerrilleras kurdas cuando entraste en contacto con ellas por primera vez?

-Fue muy fácil, porque tienen una tendencia a la solidaridad para con el resto de mujeres. Ten en cuenta, además, que la mayoría de periodistas que entran a Siria son hombres, por lo que cuando, de repente, llega una mujer, ellas la reciben con los brazos abiertos. Para las guerrilleras kurdas, cualquier mujer feminista en cualquier lugar del mundo es una aliada y una compañera.

-¿Cómo se instala el feminismo en el seno de la Unidad de Protección Popular?

-Es curioso, pero el teórico del que las guerrilleras han adoptado el discurso es un hombre: Abdullah Öcalan. Es uno de los líderes intelectuales del PKK, una organización estrictamente comunista. Las mujeres siempre habían sido muy fuertes dentro del movimiento, pero en los noventa empezaron a quejarse de que dentro del PKK se repetían los mismos vicios machistas de los que pecaba la sociedad kurda. Defendían sus posiciones desde el feminismo, mientras que sus compañeros varones decían que no era una reivindicación válida, puesto que con la organización comunista del PKK todos sus miembros, mujeres y hombres, eran iguales.

-La lucha de clase que niega la de género, ¿no?

-Eso mismo. Lo que hizo Öcalan, influenciado por las mujeres del PKK, fue escribir “El Confederalismo Democrático”, un ideario que se sostenía, por orden, en el feminismo, la democracia asamblearia y el ecologismo –un punto, este último, en el que les queda mucho trabajo por delante. El intelectual señaló el patriarcado como el germen de todas las injusticias del mundo y, con sus escritos, Öcalan convirtió a las mujeres kurdas en las protagonistas de la lucha por la libertad.

-¿Por qué crees que el discurso de Öcalan ha calado tanto entre las chicas kurdas?

-Por supervivencia: antes de que ellas lo prohibieran, las estaban casando con 15 y 16 años, en matrimonios arreglados previamente; lo único que les ofrece la sociedad es casarse y parir. Por eso son implacables con cuestiones feministas, y es lo que más les está costando: además de esquivar las balas de ISIS, las bombas de Bashar al-asad y los turcos; además de soportar a la oposición política, también tienen que encargarse de fiscalizar al patriarcado en su propia sociedad, creando una tensión muy fuerte en la misma.

-Eso les creará rencillas con las divisiones masculinas del ejército kurdo, ¿no?

-Es jodido, sí. Los soldados hombres te decían que luchar contra el ISIS era lo de menos, porque no les suponía ningún conflicto en su propio seno.

-Habiendo estado en el frente, ¿qué nos puedes decir sobre las filas de Estado Islámico?

-Los he desmitificado mucho. Sé que hay gente muy preparada y muy mezquina entre sus soldados, pero la mayoría son chavales que no han cogido un arma en su vida. No tienen ni idea de luchar: cuando hay combate, caen como moscas. A veces, las guerrilleras kurdas, que tenían mayor experiencia militar que los terroristas, conseguían capturar a alguno vivo. Cuando les veías las caras, pensabas: “¿De verdad tú eres del ISIS?”. Estado Islámico ha hecho un muy buen trabajo de propaganda, pero el monstruo que venden no existe: son chavales jóvenes asustados.

-Las guerrilleras hacían prisioneros, por lo que comentas.

-Sí. Y a muchos de ellos, si no tenían las manos manchadas de sangre, les dejaban volver a casa con sus padres. Están haciendo un trabajo súper fuerte de reconciliación con las aldeas árabes de la zona: con la guerra, la tensión entre estas poblaciones y las poblaciones kurdas ha aumentado, por lo que con gestos como el de devolver prisioneros están intentando que las dos partes se perdonen y puedan volver a ser vecinos cordiales.

-Hay vídeos de guerrilleras kurdas siendo decapitadas. ¿Por qué crees que, aun así y en un contexto bélico, optan por perdonar antes que por vengarse?

-Por mucho que tengas claro que ellos son el enemigo, o que sepas lo que hacen cuando entran a un pueblo no es musulmán, a veces les ves tan frágiles que da mucha pena matarles. Y les suponemos gran fortaleza a las guerrilleras, pero muchas de ellas acaban destrozadas emocionalmente; no todas las heridas se ven. Mientras estás peleando, con la adrenalina a tope, el grupo te hace muy fuerte; pero, cuando eso pasa, imagínate.

-¿Te empapaste de esa adrenalina?

-¿Hasta que no acabaron con Estado Islámico? Estaba en un globo. Ni dejan de pasar cosas, ni te da tiempo a pensar: llegas allí, te dan el uniforme y pasas a formar parte del grupo; ya no tienes que pensar qué te vas a poner, ni qué vas a comer, ni dónde vas a ir, ni qué vas a hacer. Te mueves tal y como se mueve el grupo: comes del mismo plato, bebes del mismo vaso y duermes en la misma alfombra que duermen ellas. Y es muy liberador: es como tomarte un descanso de ti misma. Es muy raro: su situación es más jodida que la nuestra, pero, por jodida que sea, al vivirla de forma colectiva, todo parece más sencillo de lo que es.

-A nivel de medios, ¿cuán abastecidas están las guerrilleras?

-Es todo muy precario; no creo ni que tuvieran esposas para los prisioneros. Lo único que te tranquiliza es que en el otro bando, en el de Estado Islámico, tienen medios tan o más pobres. Los coches que se usan allí están tan destartalados que te sientes dentro de Mad Max.

-¿Cómo te comunicabas con ellas? ¿Hablaba inglés o español alguna?

-Ninguna de ellas. La mayoría del tiempo es como si estuviese sorda. Había un chico en el campamento de hombres que sí sabía inglés, y me hizo de intérprete en situaciones muy específicas; pero fueron pocas veces. Yo creo que, si las hubiese entendido, hubiera pasado mucho más miedo del que pasé. En un momento de la película, por ejemplo, las estoy siguiendo mientras corren en dirección contraria a la de sus compañeros hombres. Una vez me pongo a traducir eso, ya en casa, me entero de que los tíos les estaban diciendo: “No entréis, están viniendo demasiados; tenemos que salir de aquí”. Ellas les contestan que ni de coña, siguen avanzando, y plantan cara a la ofensiva, solas.

-¿Tienen algún superior hombre las guerrilleras?

-No. Creen que hasta que los hombres no “curen” su patriarcado interior, siempre existe la posibilidad de que ejerzan violencia contra ellas. No hay ningún hombre en su campamento.

-¿Es cierto que son célibes?

-Sí, pero tanto ellas como ellos. La sexualidad, si entras a combatir en la Unidad de Protección Popular, renuncias a la sexualidad, al amor íntimo, a tener hijos y a todos sus derivados. Son casi como samuráis. Es algo cercano a lo místico.

-La cámara de tus películas es siempre muy invasiva, ¿lo es también en este nuevo trabajo? ¿Cómo consigues que la gente a la que grabas se muestre de forma tan íntima?

-Llega un punto en el que me fundo con el entorno. Aquí fue incluso más fácil, porque iba vestida como ellas; dormía con ellas; me duchaba con ellas. Estás tan dentro que al final te vuelves invisible. Mi cámara, en cierto punto, acabó siendo tan parte de mí como sus kalashnikovs son partes de ellas: dejó de ser un objeto extraño, como las armas dejaron de ser objetos extraños para mí. Pasó a formar parte del paisaje.

-¿Te pusieron alguna barrera? ¿Alguna cosa que no quisieran que grabases?

-Detenciones puntuales, alguna reunión estratégica… Sobre todo, son muy pulcras con el tema del cuerpo: para ellas, enseñar el antebrazo es ir demasiado lejos. Si de repente estaba con la cámara y salía alguna de ellas del baño, se ponía a gritar.

-Y ¿a nivel humano? Supongo que la recuperación de Aryan no fue fácil de rodar.

-No lo fue, pero sobre todo por mí, que tenía muchas reticencias a mostrarla tan frágil en la película. Cuando fui a visitarla por primera vez al hospital, que me la encontré retorciéndose de dolor, se levantó enseguida para hacerme creer que estaba bien; como demostración de fuerza. Meses atrás, me sentía muy mal por querer mostrar esa otra cara de ella, la débil; pero poco a poco, en un proceso de diálogo muy largo con mi montador, llegué a la conclusión de que Aryan ganaba en fortaleza si la mostrabas como realmente era. Hiperprotegerla y enseñar solo lo que ella hubiera querido proyectar de sí misma hubiese sido un error.

-¿Dirías que este rodaje te ha cambiado en algún sentido?

-Como feminista o post-feminista europea, me ha permitido hacer lazos y entender otros feminismos. Hacer lazos con mujeres a las que, por ejemplo, les cuesta entender conceptos como el de la libertad sexual o la homosexualidad. Que esto ocurra genera mucha incomprensión en Europa, y hace que las guerrilleras hayan sido muy criticadas por parte del feminismo blanco.

-¿Querrías añadir algo más, en este sentido?

-Sobre esta mala prensa, añadiría que nace de entrevistas que le han hecho a nivel particular a alguna de las chicas, en las que decían que era sucio ser lesbiana o ser gay; esto en ningún caso es algo que represente a las Unidades Femeninas de Protección o al ideario que defiende. Las guerrilleras son muy jóvenes; vienen de pueblos en las que les han dicho que su única misión en la vida era casarse, parir y obedecer a sus maridos. Despojarse de todo eso supone un viaje emocional tan grande que debemos tener un poco de paciencia para dejar que recorran el resto de caminos, con los tiempos que necesiten. Hemos de relajar nuestras críticas, porque son tías que merecen todo nuestro apoyo.

Para ver el adelanto del documental: http://www.playgroundmag.net/cultura/guerrileras-kurdas-cualquier-feminista-aliada_0_2046395373.html

FUENTE: Víctor Parkas/ http://www.playgroundmag.net

Ler na íntegra: Amor y Sacrificio

*Colapso Econômico em 2017: Por Quê o Dólar Americano Será Papel Higiênico Global ?

Extraído de: Dinâmica Global

Este será o primeiro evento que vai tocar cada pessoa viva no mundo. Toda a atividade humana é controlada por dinheiro. Nossa riqueza, nosso trabalho, nossa comida, nosso governo, mesmo nossos relacionamentos são afetados pelo dinheiro”.

“Nenhum dinheiro na história humana teve tanto alcance tanto em amplitude como em profundidade como o dólar. É de fato a moeda do mundo. Todos os outros colapsos monetários são insignificantes em comparação com este grande problema. Todas as outras crises cambiais têm sido regionais e havia outras moedas para as pessoas se agarrarem.”

“O colapso do dólar será o grande evento na história humana!”


Leia também: É o fim do dinheiro? Transações digitais desafiam a continuidade das cédulas.

“Este colapso será global e vai derrubar não só o dólar, mas todas as outras moedas fiduciárias, visto que elas não são fundamentalmente diferentes. O colapso das moedas vai levar ao colapso de todos os ativos de papel. As repercussões para isso terão resultados incríveis em todo o mundo.”

“O que torna essa história ainda mais irritante, é que não era necessário. Isso não tem que acontecer.”

Uma moeda que é criada e controlada por um governo. Em outras palavras, ela existe pelo governo “fiat”. Usando o dólar como um exemplo, o Federal Reserve dos EUA cria novos dólares simplesmente ao imprimi-los ou injetando “reservas” eletrônicas no sistema bancário. A oferta de dólares depende, assim, das decisões de nossos oficiais eleitos e seus administradores nomeados como os governadores do Fed.

Um exemplo de uma moeda não-fiat seriam as moedas de ouro e de prata que eram usadas para circular em grande parte do mundo. Havia apenas muito de cada metal, e o fornecimento só aumentou quando alguns mineiros empreendedores descobriram e escavaram mais. Os governos foram incapazes de criar esse tipo de dinheiro do nada.

Como o dólar, o euro de hoje, o iene japonês e a libra britânica são todas moedas fiat. E – aqui está o ponto – a cada moeda fiduciária crucial que existiu antes do lote atual acabou por ser destruída por seu governo.

O que acontece quando o dólar cai?

Muitas coisas, a maioria delas má. Quando os investidores estrangeiros e os bancos centrais pararem de exigir dólares, os preços dos títulos dos EUA vão cair, que é outra maneira de dizer que as taxas de juros dos EUA vão subir. As taxas de hipoteca e de cartão de crédito vão subir, enviando a economia EUA de volta à recessão. O governo dos EUA irá responder abrindo as comportas monetárias, a impressão de muitos dólares de papel conforme necessário para conversar a economia do colapso. Este aumento na oferta irá enviar o valor do dólar até o chão. Os preços para a maioria das coisas vai disparar, e as economias de vida das pessoas, que são em dinheiro, certificados de depósito bancários ou títulos denominados em dólar, serão eliminadas. Muitas empresas financeiras e de manufatura dos EUA vão ser arruinadas, juntamente com os seus acionistas.

Você seria capaz de sustentar seus entes queridos, quando o mundo desabar? Neste vídeo, descobri um segredo há muito esquecido que ajudou nossos ancestrais a sobreviver às fomes, guerras, crises econômicas, doenças, secas, e tudo mais que a vida lançou sobre eles… um segredo que irá ajudá-lo a fazer o mesmo para seus entes queridos, quando a América se desintegrar no chão.


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Então, a doença dólar vai ser global. A única razão pela qual o Japão ou a Europa têm sido capazes de gerar as suas atuais taxas ínfimas de crescimento é a disposição dos consumidores norte-americanos de comprar seus Hondas e BMWs. Conforme os mergulhos do dólar, bens asiáticos e europeus, com preços em moedas de repente, apreciando, vão tornar-se proibitivamente caros para os consumidores norte-americanos, que devem responder por comprar alternativamente produtos de fabricação nos EUA ou absolutamente nada. Ao interpretar corretamente esta mudança nos padrões de compra como uma ameaça aos seus setores vitais de exportação, os líderes europeus e asiáticos vão responder com a única arma que lhes resta: a inflação monetária. Eles vão cortar as taxas de juros e comprar dólares com suas moedas, inundando o mundo com euros e ienes da forma como os EUA agora inundam o mundo com dólares. O resultado dessas “desvalorizações competitivas” será uma espiral de morte para todas as principais moedas fiat, onde as obrigações europeias e japonesas irão, finalmente, tarifar tão mal quanto seus primos americanos.

Nenhum dinheiro na história humana teve tanto alcance tanto em amplitude como em profundidade como o dólar. É de fato a moeda do mundo. Todos os outros colapsos monetários são insignificantes em comparação com este grande problema. Todas as outras crises cambiais têm sido regionais e havia outras moedas para as pessoas se agarrarem.

O mundo está caminhando para a ruína financeira, o colapso econômico – Harry Dent. Alex Jones fala com o especilaista econômico Harry Dent sobre por que ele acha que o colapso está vindo em 2016.

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* Governo Espanhol: E os Milhares de Desaparecidos ?

Amnistía Internacional lanza una campaña de presión para recordar que las desapariciones siguen vigentes.

Este miércoles fue el Día Internacional de las Víctimas de Desapariciones Forzadas. Un día dedicado a los centenares de miles de personas desaparecidas y que, un año más, vuelve a dejar en evidencia al Gobierno español.

El Ejecutivo de Mariano Rajoy ha suspendido por incomparecencia la asignatura demandada desde diferentes organismos internacionales y desde el Alto Comisionado para los Derechos Humanos de la ONU: resolver las miles desapariciones que hacen de España uno de los países con más desaparecidos del mundo.

Según la Asociacion para la Recuperacion de la Memoria Historica, son como mínimo 114.226 personas desaparecidas las que se encuentran dentro de fosas comunes a lo largo y ancho del territorio español. Un número solamente superado por Camboya.

Con ese motivo, Amnistía Internacional ha lanzado la campañaNada es igual si alguien desapareceUna acción digital que recuerda a las personas desaparecidas durante la Guerra Civil y el franquismo y a sus familias y pide al Gobierno que realice las investigaciones necesarias para aclarar el paradero de estas personas.

“Queremos recordarle al Ministro de Justicia, Rafael Catalá, cómo los casos de desaparición forzada durante la Guerra Civil y el franquismo siguen estando vigentes en la actualidad”, recuerda la ONG en un comunicado.

Amnistía Internacional señala que en España se sigue privando del derecho a la verdad, la justicia y la reparación a las víctimas de crímenes cometidos durante la Guerra Civil y el franquismo. De los más de 114.000 crímenes de derecho internacional denunciados ante la Justicia, la mayoría corresponden a desapariciones forzadas.

En los últimos años, al menos cinco mecanismos de Naciones Unidas han constatado y expresado que España ni investiga ni deja investigar los crímenes cometidos en ese periodo.

El mayor ejemplo de ello, entre otros muchos, es la actitud del Gobierno con la querella argentina contra el franquismo. España ha rechazado extraditar a los procesados a Argentina, ha negado información a la justicia de ese país y ha impedido que la jueza argentina María Servini interrogue a los 19 acusados, así como la toma de declaración de algunas víctimas y testigos.

Ler na íntegra: E os Milhares de Desaparecidos ?

*O Drama Psicológico do Moribundo Estado Islâmico – Por villorblue

Sabemos que o ISIS se encontra desarticulado no Oriente, isso devido aos contantes combates das forças russas e de aliados , desarticulados e mantendo alguns focos de resistência para produzir alguns mártires de acordo com suas crenças.

armas israelenses encontradas com o ei
Armas fabricadas em Israel, encontradas com o ei

Pulverizados, os terroristas do EI (Estado Islâmico) prometem atentados em alguns países, vejamos alguns deste países a partir da analise psicológica/coletiva do grupo EI:

Os veiculos leves que equipam os ISIS sáo as Toyotas
Toyotas produzidas no Japão, que equipam o ISIS e são utilizados para ataques rápidos, andam no deserto.

O ISIS está longe de ser um grupelho de revoltados, ele nasceu no Iraque e se transformou num projeto de estado realmente, um projeto que não foi implantado, sendo assim não foi concretizado e não querendo advogar em sua causa, posto que este texto apenas tenta expressar um pensamento e não uma tese de defesa ou incriminatória. Leia; Isis – Como nasceu – O Que o Alimenta

A mídia mostra isso porém a realidade é outra.
A mídia mostra isso porém a realidade é outra.

O objetivo aqui é exclusivamente arejar e inserir idéias no campo do dialogo, para tentarmos responder até que ponto temos culpa nesta fase obscura da história.

O Abrams pesa quase 70 toneladas e é movido por uma potente turbina a gás, combustivel farto em poder do ISIS.
O estadunidense Abrams pesa quase 70 toneladas e é movido por uma potente turbina a gás, combustível farto em poder do ISIS.

Espanha, França, Bélgica, Inglaterra, EUA, Alemanha, Servia, China, Russia, Servia, etc. Poderíamos, nós como raça humana, termos parcela de culpa – por menor que seja – quanto aos atentados reivindicados pelo ISIS atualmente ?

O míssil HJ-8 É fabricado atualmente no Paquistão.
O míssil HJ-8 É fabricado atualmente no Paquistão.

A partir do momento que não combatemos a industria armamentista, a partir do momento que não combatemos a ingerência externa em países do terceiro mundo, a partir da hora que a distribuição de renda é tão dispare no planeta e não fazemos nada para combate-la, quando não tentamos resolver o problema do movimento migratório. Somos todos culpados quando, diante de  qualquer ação citada viramos as costas ou agimos praticamente a favor dela. Quando não ajudamos a combater a fome no mundo ou mesmo fazemos ela aumentar, quando incentivamos, aplaudimos, e achamos graça do imperialismo, nós somos culpados por estes atos terroristas também.

M240 é uma metralhadora de médio porte projetada na Bélgica e usada pelas forças armadas americanas desde o final dos anos 70.
M240 é uma metralhadora de médio porte projetada na Bélgica e usada pelas forças armadas americanas desde o final dos anos 70. Dispara entre 750 e 950 balas por minuto e tem alcance de até 1,8 km. É comum vê-la montada em tanques e Toyotas

Nunca houve e nunca poderá haver paz enquanto houver interesses antagônicos.

Munições utilizadas pelo EI manufaturadas numa grande fábrica de munições no Missouri (EUA)
Fabrica de munições utilizadas pelo EI no Oriente Médio, manufaturadas numa grande fábrica de munições no Missouri (EUA)

Após esta pequena (são milhares de marcas e modelos de armas resgatadas das mãos de combatentes do EI) mostra de material bélico acima, o que poderíamos deduzir ?

Ataque terrorista ao jornal francês 'Charlie Hebdo'
Ataque terrorista ao jornal francês ‘Charlie Hebdo’

Um terrorista do ISIS ao ler os dados cravados nas armas sobre a origem das mesmas, se sente traído por estes países produtores de armas, em ser abandonado na hora em que se vê derrotado. Eles compraram armas e pagaram para garantir a recompra e devem ter recebido promessas que as armas eram insuperáveis. Por isso se lançam com facas, machados, porretes, vans ou dentes contra inocentes nestes países, sem qualquer empatia por suas vitimas. Cometendo os maiores atos de barbárie

E quem paga ? Os inocentes !!!

PELO FIM DAS GUERRAS IMPERIALISTAS E DA INDUSTRIA DE MATERIAL BÉLICO

NÃO AO TERRORISMO 

De onde vem o dinheiro que financia o estado islâmico

O Isis usa armas fabricadas em Israel

Munições utilizadas pelo EI manufaturadas numa grande fábrica de munições no Missouri (EUA)

O que a mídia mostra ?

*Joe Arpaio, o delegado indultado por Trump

Joe Arpaio é um delegado de Maricopa (Phoenix) no estado do Arizona, conhecido pela construção de um carcere nos moldes dos campos de concentração nazista.

Tent Cityde Arizona
Campo de concentração de Maricopa – Arizona

Em 04 de fevereiro de 2009 uma equipe de televisão conseguiu imagens do campo de concentração, ao perceberem que estavam sendo filmados, 200 presos de origem latina (a maioria dos detentos) chamavam Arpaio de HITLER….HITLER. Os gritos eram dirigidos a Arpaio por este, alguns meses antes, num encontro com seus seguidores em um clube ítalo-estadunidense havier chamado de “campo de contração” a este carcere no centro de Phoemix.

Apesar de inúmeras denuncias internas e internacionais feitas por ex-detentos, o “campo-de-concentração” de Arpaio continuou aberto. Inclusive o Departamento de Justiça estadunidense acusou Arpaio de perseguir especialmente latinos americanos e de negar aos presos os mais básicos direitos humanos.

Orgulhoso de seu experimento nazi-penitenciário, ele vivia causando noticias no noticiário como forma gratuita de divulgar seus métodos nazifascistas, Arpaio vivia dizendo que isso funcionava como uma mensagem anti-migratória.

Por vários crimes cometidos nesta época, (Arpaio que foi julgado e condenado) receberia no próximo dia 5 de outubro sua sentença. Receberia se não tivesse sido agraciado com o indulto de Donald Trump, onde este declarou à “sua” rede Fox, que Arpaio era um grande patriota estadunidense.

Trump

Ler na íntegra: Joe Arpaio, o delegado indultado por Trump