Capitalismo de Olho em Angola

Riqueza geológica de Angola apontada no mapa com a ajuda de técnicos portugueses

LNEG participa em consórcio ibérico que fará levantamento de um terço do território angolano. Projeto, que termina em 2018, já permitiu detectar “centenas” de novas áreas com potencial para extração mineira.

As estimativas apontam para que Angola tenha um potencial de produção de 38 dos 50 minérios mais procurados do mundo

As estimativas apontam para que Angola tenha um potencial de produção de 38 dos 50 minérios mais procurados do mundo REUTERS/LISI NIESNER

*EM LONDRINA (PARANÁ) TEM LUTA ANTI-FASCISTA

Movimento Antifascista marca protesto contra Bolsonaro

 
O Movimento Antifascista marcou um protesto para o final da tarde desta quinta-feira, a partir das 17h45, no Calçadão de Londrina, contra o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC), que cumpre agenda hoje à tarde, na cidade. A manifestação acontece longe do local onde Bolsonaro estará às 18h – na sede da Guarda Municipal. Segundo o movimento, o deputado carioca é “porta-voz da intolerância e do Fascismo à brasileira”. 
 
O movimento tem feito manifestações em Londrina contra a escalada do discurso totalitário, manifestações essas conectadas com atos ocorridos em todo o país, pela rede de movimentos antifascistas.

*Missão de embaixador ???

Peter Mackinley, direto do Afeganistão para o Brasil substituindo a embaixadora Liliana Ayalde

Resumindo o currículo dos dois embaixadores:
Ayalde é a especialista em logística para o “cone sul” do “departamento de estado estadunidense”. 
Mackinley, é especialista em gestão de conflitos.
 
Leia sobre, pesquise, pense, analise e tire suas próprias conclusões…

*Porque os Norte-coreanos Odeiam os Estadunidenses ?

POR QUE OS NORTE-COREANOS NOS ODEIAM? POR UM MOTIVO: ELES SE LEMBRAM MUITO BEM DA GUERRA DA COREIA

“POR QUE eles nos odeiam tanto?” Por 

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A pergunta deu voltas e mais voltas na cabeça de cidadãos americanos logo após os atentados do 11 de Setembro. “Eles” eram os árabes e muçulmanos. Atualmente, cada vez mais gente se pergunta o mesmo em relação aos isolados norte-coreanos.

Sejamos claros: não há dúvidas de que os cidadãos da República Popular Democrática da Coreia (RPDC) tanto temem quanto execram os Estados Unidos. Paranoia, ressentimento e um acentuado antiamericanismo são sentimentos cultivados há décadas dentro do Reino Eremita. Crianças aprendem na escola a odiar americanos, enquanto adultos celebram todos os anos o “Mês da Luta contra o Imperialismo Norte-Americano” (é em junho, por sinal).

O ódio aos americanos é uma commodity que nunca está em falta.

“Só que esse ódio não é totalmente fabricado”, explica no Washington Post Blaine Harden, que estuda a Coreia do Norte há anos. Parte desse ódio, diz ele, “está embasado em fatos reais – pelos quais a Coreia do Norte tem obsessão, enquanto esses mesmos fatos são tranquilamente esquecidos pelos Estados Unidos”.

“Esquecidos” porque se trata mesmo da “guerra esquecida”. Sim, estou falando da Guerra da Coreia. Lembra dela? Aquela espremida entre a Segunda Guerra Mundial e a do Vietnã? A primeira guerra “quente” da Guerra Fria, de 1950 a 1953, e que, desde então, vem sendo convenientemente deixada de lado por grande parte das discussões e debates sobre o regime “louco” e “insano” de Pyongyang? Uma guerra que foi esquecida sem sequer ter terminado, já que foi interrompida por um acordo de armistício, e não um tratado de paz. Esquecida apesar de os Estados Unidos terem cometido sucessivos crimes de guerra. Como era de se esperar, isso continua a moldar a maneira como norte-coreanos veem os Estados Unidos, ainda que boa parte dos cidadãos americanos ignore o passado beligerante do próprio país.

Só para constar, foram os norte-coreanos, e não os americanos ou seus aliados sul-coreanos, que começaram a guerra, em junho de 1950, ao cruzar o Paralelo 38 e invadir o Sul. “O que quase nenhum americano sabe ou lembra é que nós bombardeamos o Norte inteirinho por 3 anos, sem nenhum tipo de cuidado em relação aos civis”, explica Bruce Cumings, historiador da Universidade de Chicago, em seu livro “The Korean War: A History”.

Por exemplo, quantos americanos sabem que aviões dos Estados Unidos jogaram sobre a península coreana mais bombas (635 mil toneladas) e napalm (32.557 toneladas) do que em toda a Guerra do Pacífico contra os japoneses, durante a Segunda Guerra Mundial?

Quantos sabem que, “no espaço de mais ou menos três anos, matamos (…) 20% da população”, para citar o general Curtis LeMay, da Força Aérea americana, chefe do Comando Aéreo Estratégico na Guerra da Coreia?

Vinte. Porcento. Só para comparar, os nazistas exterminaram 20% da população da Polônia pré-Segunda Guerra Mundial. De acordo com LeMay, “fomos lá e lutamos, até destruirmos todas as cidades da Coreia do Norte”.

Todas. As. Cidades. Estima-se que mais de três milhões de civis foram mortos no conflito, a maioria na parte norte da península.

Quantos americanos já ouviram ou leram as declarações do secretário de Estado Dean Rusk ou do juiz da Suprema Corte William O. Douglas? Rusk era o responsável, dentro do Departamento de Estado americano, pelas relações com o Extremo Oriente durante a Guerra da Coreia. Anos depois, ele admitiria que os Estados Unidos haviam bombardeado “cada tijolo que ainda estivesse de pé, qualquer coisa que se movesse”. Segundo ele, os pilotos americanos “bombardearam a Coreia do Norte inteira para valer”.

Já Douglas visitou a Coreia no verão de 1952. Ficou chocado com “a miséria, as doenças, a dor, o sofrimento, a fome” que haviam sido “agravadas” pelos ataques aéreos. Depois de acabados os alvos militares, os aviões de guerra norte-americanos passaram a bombardear fazendas, barragens, fábricas e hospitais. “Eu já tinha visto as cidades europeias destruídas pela guerra, mas eu nunca tinha visto uma devastação parecida com a da Coreia”, reconheceu o juiz da Suprema Corte.

Quantos americanos ficaram sabendo do desajustado plano do general Douglas MacArthur de ganhar a guerra contra a Coreia do Norte em apenas 10 dias? MacArthur, que liderou o Comando das Nações Unidas durante o conflito, queria jogar “entre 30 e 50 bombas atômicas (…) ao longo da fronteira com a Manchúria”, o que teria “deixado para trás (…) um cinturão de cobalto radioativo”.

Quantos americanos ouviram falar do massacre de No Gun Ri, em julho de 1950, quando centenas de coreanos, agrupados embaixo de uma ponte, foram mortos por aviões bombardeiros e pelo 7º Regimento de Cavalaria? Detalhes do massacre vieram à tona em 1999, quando a Associated Press entrevistou dúzias de oficiais aposentados. Um veterano lembra de ouvir o capitão dizer: “Pro inferno com essa gente. Vamos nos livrar deles todos”.

Quantos americanos aprendem na escola sobre o massacre das Ligas Bodo, quando dezenas de milhares de suspeitos de comunismo foram mortos, no verão de 1950, por ordem do presidente Syngman Rhee, o homem forte da Coreia do Sul e aliado dos Estados Unidos? Relatos de testemunhas dão conta de que “jipes lotados” de oficiais do exército americano estavam presentes e “supervisionaram a carnificina”.

Milhões de cidadãos americanos comuns devem sofrer da tóxica combinação de ignorância e amnésia, mas as vítimas dos golpes de Estado, invasões e bombardeios americanos ao redor do globo tendem a não padecer do mesmo mal. Pergunte aos iraquianos e aos iranianos, aos cubanos e aos chilenos. E, claro, aos norte-coreanos.

Como escreve o historiador Charles Armstrong, da Universidade de Columbia, em seu livro “Tyranny of the Weak: North Korea and the World, 1950-1952”, “os ataques aéreos norte-americanos deixaram uma marca profunda e duradoura” nos habitantes da RPDC. “Mais do que qualquer outro fator, foi isso que os levou os norte-coreanos a desenvolver um senso coletivo de ansiedade e medo de ameaças externas, que permaneceu após o fim da guerra”.

Não me entenda mal. Não estou insinuando que o regime violento e totalitário de Kim seria menos violento e totalitário do que é hoje se os Estados Unidos não tivessem bombardeado o país inteiro há 70 anos. Tampouco tenho esperanças de que Donald Trump, logo ele, apresente desculpas formais a Pyongyang em nome do governo dos Estados Unidos pelos crimes de guerra cometidos entre 1950 e 1953.

Mas o fato é que, dentro das fronteiras da Coreia do Norte, “ainda se vive nos anos 1950, (…) e o conflito com a Coreia do Sul e os Estados Unidos ainda está acontecendo. O povo do Norte se sente acuado e ameaçado”, segundo Kathryn Weathersby, autoridade acadêmica no assunto.

Se uma nova guerra da Coreia, potencialmente nuclear, deve ser evitada e se, como escreveu Milan Kundera, “a luta do homem contra o poder é a luta da memória contra o esquecimento”, cidadãos americanos comuns não podem mais se permitir esquecer a morte, a destruição e o legado devastador da primeira Guerra da Coreia.

Foto do título: Tropas norte-americanas conduzem prisioneiros de guerra norte-coreanos (07/10/1950).

Tradução: Carla Camargo Fanha

Leia na íntegra: POR QUE eles nos odeiam tanto?

*Golpe em Honduras – Golpe no Brasil – Similaridades ?

Honduras: A República Mafiosa, O Fracasso da Guerra Contra as Drogas e a Perseguição ao Movimento Social

O golpe de estado em Honduras promovido pela administração Clinton/Obama, serviu para que o crime organizado se apoderasse do país, especialmente da costa norte, onde o crime organizado vinha gerindo seus feudos com a cooperação das forças de segurança e com o poder judiciário.

Em maio de 2012 aconteceu o massacre de Ahuas, quando helicópteros do DEA (EUA) metralharam um grupo Miskitos – mulheres e menores de idade – nas margens do rio Patuca.

Dias antes do massacre o New York Times publicou um artigo intitulado: “Lições do Iraque ajudam os EUA a lutar contra as drogas em Honduras”, dando lugar o início de uma “suposta ofensiva” contra o narcotráfico, após décadas da metástase do crime organizado no México e América Central, a qual se deu com a complacência da elite dominante local com o imperialismo ianque.

Na medida que o crime organizado foi apoderando das instituições governamentais através da compra dos operadores da justiça e forças de segurança, além de aliar-se com a elite dominante; se iniciou uma contraofensiva para destruir os movimentos sociais, que, de certa forma interferia em seus interesses e projetos de “desenvolvimento”.

A lavagem de ativos partindo da; mineração, hidroelétricas, plantações de palma africana e a compra de enormes glebas de terra, reconfigurou o aparato produtivo do país (que, se bem, criou algumas fontes de trabalho) dando lugar um aumento do feudalismo, especialmente nas zonas rurais, além de intensificar a rapina territorial que vem aumentando em Honduras a algumas décadas.

As eleições em 2013 passaram à história como a confirmação da narco democracia em Honduras; compra de votos e alterações de atas eleitorais serviu para que boa parte dos municípios e currais legislativos passaram às mãos dos cartéis de drogas.

A perseguição aos defensores dos bens comuns se transformou numa das missões principais do estado hondurenho, tudo para favorecer a elite do poder e os seus novos padrinhos, os quais aprenderam que a violência produz enormes rendimentos econômicos.

Nas últimas semanas os meios de comunicação hondurenhos – os mesmos que pregaram o golpe de estado em 2009 – aparecem fazendo eco aos avisos da promotoria de Nova Iorque que efetuam avisos a políticos, banqueiros e membro das forças de segurança que se haviam posto às ordens do crime organizado e entregaram o país ao narcotráfico.

A gravidade das denúncias apresentadas pelo governo dos EUA, não causaram grandes impactos em Honduras, onde esta informação a muito tempo faz parte da onda de rumores em que ha anos assinalavam para membros da casa presidencial como parte das redes implicadas no desmantelamento da estrutura econômica/social em Honduras e a sua conversão em um mar de sangue.

O assassinato da dirigente indígena Berta Carceres – convertida em “ambientalista” pelos meios de comunicação – demonstrou a intolerância que padece a elite do poder em Honduras.

O assassinato foi cometido por um oficial da “inteligência” do exército, que atuava como instrutor na polícia militar, acompanhado, entre outros, de um membro da empresa Desa, esta empresa pertence ao clã Atala-Faraj.

Tudo parece indicar que aqueles que promoveram o assassinato de Berta querem destruir o COPINH. O motivo? Sua incansável luta pela defesa do território e da cultura Lenca, além do louvável trabalho que realizam em busca da aplicação da justiça, num país onde 95% dos assassinatos terminam em impunidade e vários crimes de personagens de alto perfil de luta em favor da justiça, foram flagrados nos quartéis da decadente polícia.

A fracassada guerra contra as drogas promovida pelos EUA a mais de quatro décadas, mostra no caso de Honduras o exemplo clássico de um fracasso circular, e pode ter tido um feito premeditado.

Os EUA começaram a intervir de forma errada e tardia, dando lugar a uma podre força de segurança e um putrefato aparato judicial.

Além de permitir em nome da governabilidade a associação dos EUA com governos evidentemente relacionados com o crime organizado.

A republica mafiosa que sofrem em Honduras de certa forma é consequência da enorme farsa em que se converteu a guerra contra as drogas.

Ao mesmo tempo que a perseguição frontal que existe contra defensores dos bens comuns – a maioria provenientes de povos indígenas – tem deixado os hondurenhos desprotegidos, já que o colapso institucional existente no país permite a eliminação daqueles que se opõem a ditadura civil.

Organização Fraternal Negra Hondurenha – OFRANEH

PUBLICADO POR  NO NOS OLVIDAMOS

Publicado por WEB DE PROMOCIÓN ALTERNATIVA

Ler na íntegra (em Espanhol) : A República Mafiosa, O Fracasso da Guerra Contra as Drogas e a Perseguição ao Movimento Social

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DETRÁS DEL GOLPE Camilo Atala Faraj: jefe del clan del 81

Publicado en 21 octubre 2009 por Radio Progreso

Camilo Atala Faraj es un perfecto desconocido para el hondureño de a pie, y para la ética sus acciones dejan entrever una naturaleza interior sin escrúpulos, egoísta y soberbia. Capaz, como ya lo demostró, de financiar la muerte de pueblos si advierte que sus intereses están en riesgo.

La relación de Atala con la generación “americanista” va más allá de una amistad arrastrada desde la infancia, sazonada con relaciones de compadrazgo y parentesco, los une una  desmedida ambición por apropiarse del poder político y las riquezas de Honduras.

 Es uno de los empresarios más comprometidos en el derrocamiento del Presidente de la República, Manuel Zelaya Rosales. Él y el resto de las familias oligárquicas que invirtieron en el golpe de Estado nunca se imaginaron que mantener al régimen de facto, encabezado por Roberto Micheletti Baín y el general Romeo Vásquez Velásquez, resultaría tan oneroso y complejo, y menos que sentarían las bases de su propia destrucción sembrando en la mayoría de hondureños sentimientos xenofóbicos contra la comunidad árabe.

Camilo, “hondureño” de origen cubano-palestino, es el líder de los multimillonarios negocios de su familia que capitalizó enormes ganancias durante la gestión presidencial de Ricardo Maduro Joest

(2002-2006), que gobernó con y para los banqueros. El ex mandatario de origen panameño creó para éste el conveniente cargo de ministro asesor en materia de inversiones. Los Atala Faraj son propietarios del grupo financiero Ficohsa, que comprende Banco Ficohsa, Interamericana de Seguros, Ficohsa Express, PSI –Proyectos y Servicios Inmobiliarios-, Dicorp –Divisas Corporativas- y Fundación Ficohsa. Por su parte los Faraj son dueños de la cadena de tiendas Diunsa y los supermercados La Colonia. Es imposible referirse a Camilo Atala pasando por alto a sus íntimos amigos de la generación de graduados de la Escuela Americana en 1981, sin lugar a dudas una de las más influyentes en la vida política y empresarial del país.

En este grupo destacan Anna María Villeda Ferrari de Kafati, empresaria de las telecomunicaciones (Televicentro) y comidas rápidas (grupo Intur); Ricardo Álvarez, Alcalde de Tegucigalpa y ex secretario privado de Ricardo Maduro; Elvin Santos Ordóñez, empresario de la construcción y candidato presidencial por el Partido Liberal; Antonio Rivera Callejas, diputado nacionalista y banquero; Elías Lizardo, ex Ministro de Salud del gobierno “madurista”; y Vicente Williams, hijo del ex designado presidencial del mismo gobierno, Vicente Williams Agasse. A Camilo se le considera el jefe del “clan del 81”.

En sus mentes frías y calculadoras han trazado un plan para lograr la presidencia de la república, primero con la candidatura de Elvin Santos Ordóñez, que antes del golpe de Estado ocupaba el primer lugar en las encuestas de aceptación popular, pero la situación cambió y está en seria desventaja con el contendor nacionalista, todo por su activa participación en el derrocamiento de Zelaya.

El siguiente en la lista de aspirantes a la sucesión presidencial, al puro estilo de la monarquía europea, es el nacionalista Ricardo Álvarez (2014-2018), seguido por Antonio Rivera Callejas (2018- 2022). Si existe duda de tal afirmación, lo invitamos a leer la entrevista realizada a Mario Rivera Callejas, hermano de Antonio, que diario La Tribuna publicó el 6 de diciembre de 2008. Atala Faraj no tiene partido político, él invierte en los dos mayoritarios.

Otros de sus amigos que logró introducir como Magistrado de la Corte Suprema de Justicia, es Marco Vinicio Zúniga Medrano, asignado a la Sala de lo Civil. Zúniga fue apoderado legal del Grupo Ficohsa.

 Según información exclusiva, Camilo Atala, en representación de Banco Ficohsa y en calidad de presidente del Consejo Empresarial de América Latina (CEAL), capítulo Honduras, contrató junto a otros empresarios hondureños, la empresas estadounidenses Orrick, Herrington & Sutcliffe LLP, Vision Americas y Cormac Group para realizar trabajos de cabildeo (lobby) en el Departamento de Estado, el Consejo de Seguridad Nacional, la Cámara de Representantes y la Cámara de Senadores de Estados Unidos.

El propósito de la campaña es “consolidar la transición democrática en su país”, “informar de los hechos relacionados con la remoción del señor (Manuel) Zelaya” y tratar temas como “las relaciones entre Estados Unidos y Honduras”.

 El Presidente Zelaya denunció que el banquero tuvo reuniones secretas a mediados de septiembre con el ex presidente Carlos Flores Facussé, el fiscal general Luis Alberto Rubí, el empresario Arturo Corrales y el alcalde capitalino, Ricardo Álvarez y los candidatos presidenciales de los partidos Liberal, Nacional, PINU y Democracia Cristiana, con el propósito de boicotear el Plan Arias que propone la restitución de Zelaya. Camilo Atala y sus amigos están desesperados por consolidar el régimen de facto y así continuar con los planes de controlar el Estado y las riquezas de Honduras.

Ler na íntegra: http://radioprogresohn.over-blog.com/article-detras-del-golpe-camilo-atala-faraj-jefe-del-clan-del-81-37908811.html