*HAARP – A Mais Poderosa Arma De Guerra Criada Pelos Eua

Extraído na ítegra do site: http://www.anovaordemmundial.com/2013/04/haarp-documento-oficial-de-1990.html

HAARP – Documento Oficial de 1990 – Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência

haarp no alasca

Leia mais: http://www.anovaordemmundial.com/2013/04/haarp-documento-oficial-de-1990.html#ixzz3rOZWEy1S

HAARP é um “bombardeiro” de ondas elétricas para aumentar a densidade do plasma da ionosfera, causando alterações meteorológicas. O Pentágono anunciou um novo experimento programado para o início de 2014. Na Bolívia, o Observatório de Tarija registrou manchas solares antes das inundações. Estaria esta onda de calor no Brasil e inundações no resto da América Latina ligado ao uso deste potente equipamento? Leia este post e tire suas próprias conclusões:

A transmissão de base HAARP está em Gakona, no Alasca, onde uma rede de 180 antenas instaladas apontadas para o céu, funciona como um transmissor de rádio de alta frequência poderosa capaz de produzir 10 megawatts de energia e alterar a camada de composição da ionosfera 50 km acima da superfície da Terra.  Em 1999, o Parlamento Europeu emitiu uma resolução onde afirmava que o Projeto HAARP manipulava o meio ambiente com fins militares. Em 2002, o Parlamento Russo apresentou ao presidente Vladimir Putin um relatório assinado por 90 deputados dos comitês de Relações Internacionais e de Defesa, onde alega que o Projeto HAARP é uma nova “arma geofísica”, capaz de manipular a baixa atmosfera terrestre

A Rede de Informação Humanitária para a América Latina e o Caribe (Redhum) identificou a Bolívia como zona especial de desastre climático na América do Sul, com cerca de 200 mil pessoas desabrigadas em áreas agrícolas devastadas por um colapso sem precedentes das bacias hidrográficas em toda Bolívia com dezenas de mortes, mas também destaca situação semelhante no Brasil, Peru, Paraguai, Argentina, Equador e Uruguai. Fabrizzio Txavarria Velasquez, membro do Centro Nacional para a Ciência da Bolívia (Cenic-B), garante que essa onda de inundações na América do Sul coincide com sinais de intensa atividade durante o mês de janeiro nas antenas do HAARP, um disparador de ondas eletromagnéticas localizado no Alaska que teria o poder de alterar o clima em pontos específicos do planeta,provocando desde inundações, furações, terremotos e tsunamis, até seca, ondas de calor e atividade vulcânica. O site Sol de Pando confirmou que o HAARP programou há um ano um novo experimento, que já começou em janeiro.

Toda esta “teoria da conspiração” parece inspirada no roteiro bem-humorado do filme “Superman III”, a saga dirigida por Richard Lester em 1983, onde o comediante Richard Pryor é um gênio da computação desempregado que é contratado por um ganancioso capitalista para desenhar um programa conectado a um satélite, afim de alterar o clima em qualquer ponto do planeta, provocando um devastador furacão na Colômbia para destruir as plantações de café. Apenas Superman pôde impedir e reverter o desastre do terremoto no filme, usando seu super-fôlego para retroceder os ventos mortais.

Três décadas se passaram depois de filmar a comédia de Superman e a realidade parece ter superado a ficção. Mas, ao contrário do filme, no drama atual não há um super-herói para nos salvar.

Se está claro que as antenas HAARP estão emitindo feixes eletromagnéticos de alta frequência na ionosfera, alterando o clima nesta parte da América do Sul como um assalto no melhor estilo militar, causando inundações incontroláveis com efeitos devastadores sobre a população civil e economia, vemos que uma nova forma de guerra está surgindo no mundo. A Guerra do Clima.

O HAARP (High Frequency Active Auroral Research Program), Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência é um projeto de pesquisa criado em 1990 para monitorar mudanças nas ondas dentro dessa seção da atmosfera chamada ionosfera para absorver os raios ultravioleta do sol e transformando-os em íons e elétrons, transmissores de rádio e ondas telúricas, que podem ser modificadas artificialmente por descargas eletrostáticas para compactação e re-direcionar essas ondas para diversos fins.

O site Sol de Pando resumiu abaixo a Haarp em informações oficiais contidas no site oficial do programa, que nas últimas horas tem estado fora da web por motivos políticos e militares, segundo acredita o pesquisador Fabrizzio Txavarria Velasquez, que reside na cidade de Santa Cruz na Bolívia.

A base de transmissão do HAARP se encontra instalada em Gakona, Alaska, onde uma rede de 180 antenas instaladas voltadas para o céu funciona como um transmissor de rádio de alta freqüência poderoso (capaz de produzir 10 megawatts de energia quando o sistema opera corretamente), que é usado para modificar as propriedades electromagnéticas, numa zona limitada da ionosfera. Os processos que ocorrem nessa área são analisados por outros instrumentos, tais como radares UHF = VHF de som digital e magnetômetros de saturação e indução.

Em outras palavras, o HAARP é um “aquecedor ionosférico” que é utilizado para experimentar a modificação focada na turbulência do plasma (gás de baixa densidade em condições normais) contido na ionosfera, com o objetivo de aumentar a densidade do referido gás iônico. Quando a densidade desse gás aumenta, surgem turbulências e nuvens de plasma multicoloridas conhecidas como auroras.

Ou seja, o HAARP é capaz de produzir auroras artificiais na forma de nuvens de plasma com maior densidade em qualquer ponto do planeta que deseje o Pentágono. E portanto, pode também modificar o clima à sua vontade.

O valor estratégico da ionosfera

Oficialmente, o governo dos EUA, através da Agência de Projetos de Pesquisa Avançada do Pentágono, criou o Haarp com o objetivo de estudar as propriedades da ionosfera e promover avanços tecnológicos que permitam melhorar – mediante descargas eletromagnéticas em sua base terrestre – sua capacidade de favorecer radiocomunicações e os sistemas de vigilância, criando um denso escudo antimíssil para bloquear possíveis ataques nucleares ou uma chuva de meteoritos.

A ionosfera – que é parte da atmosfera se encontra apenas a 50 km da superfície da Terra, protegendo o planeta da radiação cósmica-  contêm gases de baixa intensidade (plasma) ionizados pelo efeito da absorção das radiações solares de menor longitude de onda como os raios Gama Y raios X, tão energéticos que são capazes de desintegrar meteoritos que atravessam esta camada, dando lugar as chamadas estrelas cadentes. Esta “energia fria” da ionosfera possibilitou a invenção do forno de microondas doméstico.

As variações de onda dentro da ionosfera produzem também o fenômeno das auroras, ou seja, as transformações do gás ionizado de baixa densidade como efeito das variações na intensidade do vento solar. Daí que as auroras comuns e auroras boreais aparecem geralmente na transição da noite para o dia, quando as partículas elétricas do plasma ficam presas pelo campo magnético terrestre.

O plasma da ionosfera e suas oscilações elétricas na terra determinam as condições atmosféricas e meteorológicas do planeta, também exercem um impacto importante sobre as comunicações de rádio.

A ionosfera contribui essencialmente no deslocamento das ondas de rádio emitidas desde a superfície terrestre, o que possibilita que estas possam viajar grandes distâncias sobre a Terra, graças as partículas de íons (carregadas de eletricidade) presente nesta camada.

Consequentemente o HAARP tem como objetivo desenvolver tecnologias que permitam minimizar interferências nas frequências curtas de ondas de rádio e amplitude modulada aumentando a densidade do plasma ou gás ionizado, para assim melhorar o rendimento da radiocomunicação e os sistemas de navegação marítima e aérea que usam as frequências de rádio. O Pentágono considera que a melhora da radiocomunicação através do aumento da densidade do gás iônico (plasma) é também de suma importância militar. Em âmbito civil, emissoras internacionais, como a Voz da América (VOA) e a British Broadcasting Corporation (BBC), ainda utilizam a ionosfera para devolver os seus sinais de rádio para a Terra, possibilitando que seus programas possam ser ouvidos em todo o mundo.

Além disso, os sinais transmitidos a partir de satélites para a comunicação e navegação por satélite (não por rádio) devem atravessar a ionosfera. Irregularidades ionosféricas podem ter um impacto importante no rendimento e finalidade dos sistemas por satélites e televisivos, segundo explica o site do HAARP.

Chegando no início de 2014, a nova arma de guerra 

Menos de um ano atrás, no dia 25 de fevereiro de 2013, o Laboratório de Pesquisa Naval (NRL) , com sede em Mississippi, informou por um boletim publicado em seu site que seus pesquisadores ligados ao programa HAARP conseguiram produzir com êxito uma nuvem de plasma de alta densidade capaz de permanecer na atmosfera superior da Terra por uma hora. Veja mais neste post.

De acordo com uma tradução da jornalista boliviana Silvia Antelo Aguilar, o relatório da NRL – agência da Marinha dos EUA associada ao Pentágono e o Centro Espacial Stennis ( SSC ) da NASA – explicou que “anteriormente já tinha conseguido criar nuvens artificiais de plasma cuja vida útil era de 10 minutos ou menos“, disse Paul Bernhardt, físico que participa nesta investigação. “No entanto, a recentemente criada nuvem de plasma de alta densidade pôde ser mantida por uma hora“.

O Laboratório Naval do Mississippi também revelou que para produzir aquelas luminescências semelhantes às auroras, as antenas terrestres do HAARP emitiram uma descarga de 3,6 megawatts contra a ionosfera, o equivalente a 45% da sua capacidade de bombardeio eletromagnético.

O experimento realizado em 12 de Novembro de 2012 tinha permitido aumentar a densidade de plasma a 9 x 105 elétrons por centímetro cúbico, o que permite um melhor fluxo de ondas de rádio, devido à compactação electromagnética dos íons que formam a camada . Em um experimento anterior tinha alcançado uma densidade inferior a 4 x 105 elétrons por centímetro cúbico.

O próximo passo será elevar muito mais a densidade do plasma. O próximo experimento foi programado para os primeiros dias de 2014. Eu quero dizer agora.

A próxima campanha da HAARP está prevista para o início de 2014, quando se realizarão experimentos para desenvolver nuvens de ionização mais densas e estáveis“, anunciou um boletim da NRL, publicado em 25 de Fevereiro de 2013.

Ano passado este blog publicou um documento oficial de 1990, que traz a luz algumas das reais capacidades do HAARP:

HAARP – Documento Oficial de 1990 – Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência
Documento HAARP 1990

Começou a Guerra Climatológica ? 

A publicação do experimento em novembro de 2012 reacendeu a polêmica sobre as consequências negativas da estabilidade climática do HAARP para o planeta, e sobre os riscos de um possível uso militar do programa.

Cientistas da Universidade de Stanford afirmaram que o clima do mundo poderá ser controlado mediante a transmissão de sinais de rádio relativamente pequenas, a dos cinturões de Van Allen. Por ressonância, pequenos sinais ativadores podem controlar enormes energias.

Embora os defensores do HAARP assegurem que os impactos do bombardeio à ionosfera sejam mínimos por sua” baixa potência” em comparação com as radiações solares que dinamizam o plasma iônico, os críticos temem que a nuvem de plasma artificial possa criar um buraco na parte superior da atmosfera e interferir com energias magnéticas sutis, alterando a vida de nosso planeta. As estrelas cadentes desapareceriam da paisagem celeste ou cairiam como bombas na superfície da Terra em sua forma original de meteoritos.

A suspeita de que também o HAARP é um experimento de uma arma climática,  foi uma preocupação abertamente expressada em 1990 pelo governo da Rússia, que em seu regime anterior como Estado Soviético tentou competir com o projeto HAARP,  já concebido nos anos 80 como parte da Iniciativa de Defesa Estratégica de Reagan conhecida como o “Plano Guerra nas Estrelas“.

Para a Rússia, o HAARP é parte de uma corrida armamentista que os Estados Unidos estão executando sem competência alguma. É famoso o pronunciamento do Parlamento russo de agosto de 2002:

Os EUA estão criando novas armas integrais de caráter geofísico que podem influir na troposfera com ondas de rádio de baixa frequência… A importância deste salto qualitativo é comparável à transição das armas brancas às armas de fogo, ou a das armas convencionais às armas nucleares. Este novo tipo de arma difere de qualquer outro tipo conhecido na troposfera e os seus componentes se convertem em objetos sobre os quais se pode influir.”

Bernard Eastlund, físico da Universidade de Columbia, que trabalhou na construção do HAARP , foi um dos principais críticos da tecnologia antes de sua morte, tendo respaldado abertamente as críticas do governo russo, admitindo que o HAARP surgiu dentro da corrida armamentista durante a Guerra Fria e que o plano consistia em criar um escudo para proteger o Canadá e os Estados Unidos de mísseis inimigos.

No registro da patente do invento de Eastlund supostamente apropriada pelo Pentágono e que se baseou nos princípios estabelecidos até mais de 150 anos atrás pelo gênio sérvio Nicola Tesla, se reconheceu que a modificação do clima é possível, por exemplo, alterando padrões de vento da alta atmosfera ou alterando padrões de absorção solar. A patente registrada em 11 de agosto de 1987 sob o nome de “Método e Aparato para Alterar uma Região na Atmosfera da Terra, Ionosfera e/ou Magnetosfera“, enumera um procedimento que consiste no seguinte, segundo a tradução de Silvia Antelo Aguilar:

Um método e um aparato para alterar ao menos uma região selecionada que normalmente existe sobre a superfície da Terra. Esta região é alterada pelo aquecimento da ressonância ciclotrônica de elétrons de tal modo que aumenta sua densidade de partículas carregadas. A radiação é transmitida em uma frequência que excita a ressonância ciclotrônica de elétrons para aquecer e acelerar as partículas carregadas. Esse aumento na energia pode causar ionização de partículas neutras, as quais são então absorvidas como parte da região, deste modo, vai aumentando a densidade das partículas carregadas da região.”

Com esta informação, os russos acusaram o programa iônico do Pentágono de ser o causador da onda de calor com mais de 40 graus que a ex-URSS padeceu em 2010 causando dezenas de mortes. O físico da Universidade de Lomonósv de Moscou, Georgy Vasilyev, denunciou o HAARP “longe de ser um projeto científico para estudar o funcionamento da atmosfera e os efeitos de mudança climática, é um poderoso aquecedor ionosférico que modificará a eletricidade que flutua sobre a atmosfera, causando efeitos sobre o clima que poderiam ser direcionados para uma parte específica do planeta 

Um documentário revelador pelo History Channel

Os anos entre 2006 e 2010 foram particularmente “endêmicos” em desastres naturais em todos os continentes do mundo. E o HAARP estava na boca de todos.

Em março de 2010, o History Channel  emitiu um extenso documentário sobre o controverso projeto do Pentágono; os realizadores do programa televisivo se referiram à aparição de nuvens químicas e contrails que – dois anos depois da transmissão no programa de televisão – se pôde comprovar que eram produzidas pelo Haarp em sua estação terrestre no Alasca.

Nos últimos anos têm aparecido formações peculiares de nuvens nos céus ao redor do mundo com crescente frequência. Embora seja apenas especulação, alguns pesquisadores sugerem que essas estranhas formações de nuvens sejam outro agente da guerra climatológica, a princípio parecem ser apenas contrails provenientes de jatos que voam em grandes alturas, mas alguns rastros permanecem no céu por muitas horas, alguns até mesmo por um dia inteiro

De acordo com o documentário, o controle das chuvas a partir da modificação do plasma da ionosfera para criar inundações acelerando a formação de densas nuvens com pulverizações adicionais de iodeto de prata, que produzem cristais de gelo e aceleram a precipitação pluvial, é uma outra forma de guerra climatológica junto com os procedimentos eletromagnéticos para provocar terremotos, secas e ondas de calor.

Igualmente assustador é uma outra forma de clima que está sendo usado como arma: a chuva, que pode desencadear inundações devastadoras e arrasar cidades inteiras“, afirma o documentário, que atua como comentarista Nick Pope , ex-ministro da Defesa da Grã-Bretanha. “Pode-se fazer chover, pode-se causar um profundo efeito em campo de batalha“, afirma Pope.

Um dos elementos críticos para iniciar uma batalha climatológica é o poder de controlar a chuva e desencadear inundações, assegura a investigação do History.

———————————————————–

Seria demais supor que esta onda de calor infernal no Brasil está sendo causada por uma combinação de chemtrails e do HAARP? Com o mundo de olho no Brasil enquanto se aproxima as olimpíadas em junho, e o crescente clima de protestos ressurgindo, seria uma forma de se desestabilizar nosso país, para mais facilmente controlar sua população?

Leia mais: http://www.anovaordemmundial.com/2014/02/haarp-cientistas-advertem-que-eua-iniciaram-uma-guerra-climatica-contra-a-america-do-sul.html#ixzz3rOYXHPHi


Extraído de: http://issoeofim.blogspot.com.br/2016/04/as-novas-antenas-haarp-nas-ilhas.html

As novas antenas HAARP nas Ilhas Falkland começaram a operar !

Em 22 de outubro de 2010 a planta da matriz de antena HAARP que está localizado em Prado GOOSE (Ilhas Falkland) foi inaugurada pelas autoridades militares. Em círculos oficiais deste grupo de antenas seria um sistema de radar na banda HF, que foi construído com o apoio do British Antarctic Survey e da Universidade de Leicester, que iniciou suas operações em 10 de Dezembro, 2010.
O sistema de antena é composto por dezasseis (16) árvores altas de 15 (quinze) metros. Existem cinco (5) radar deste tipo instalado na Antártida e Ilhas subantárcticas. A rede global integrada de radar de alta freqüência (HF), conhecido como o Radar Netwok Super dupla de Aurora (SuperDARN) consiste de 28 estações de rádio / recepção de ondas de frequência alado, cuja finalidade (ou seja, a versão mentirosa e oficial) seria o estudo científico da atmosfera, mais precisamente a atmosfera superior nas regiões polares.
                                                             local HAARP Gakona
Os países com este tipo de estações são os Estados Unidos, França, Japão, Canadá, África do Sul, Austrália e Nova Zelândia.
Do ponto de vista militar, este sistema é usado para executar tarefas de monitoramento, reconhecimento e controle marítimo e aéreo de uma vasta área do Atlântico Sul e América do Sul, integrando rede de alerta precoce que o Reino Unido tem implantado nas Ilhas Falkland.
Talvez alguns não saibam o quão bem essas siglas, mas pertencem ao projeto misterioso da Força Aérea dos Estados Unidos, cuja sigla é HAARP ((High Frequency Ativo Auroral Research Program). Na base militar em Gakona, Alaska, está desenvolvendo um projeto misterioso que consiste em 180 antenas que podem trabalhar em conjunto como uma única antena, mas pelo poder de 1 GW = 1000000000 W, isto é, ondas de rádio de um bilhão de alta-frequência que penetram na atmosfera mais baixa e interagir com o fluxo de partículas carregadas eletricamente produzida a aurora boreal.
Aqui devemos lembrar que a Terra está cercada e protegida pela atmosfera. A troposfera se estende a partir da superfície da Terra a cerca de 16 km de altura. A estratosfera, com a sua camada de ozono se estende para cima entre 16 e 48 km de distância. Além da 48 km temos a ionosfera, que atinge 350 km de altura. Os cinturões de Van Allen estão localizados a distâncias maiores e tendem a capturar as partículas energéticas que tentam entrar na Terra do espaço.
Neste sentido, o projeto HAARP é um dos muitos realizados pela Marinha e da Força Aérea dos EUA. Outros projetos militares envolvidos no estudo da ionosfera, atmosfera superior e o uso de satélites espaciais, com mais ou menos única finalidade, cuja finalidade e utilização são principalmente não-militar, assim é a versão oficial, mas nós não acreditamos em essa porcaria. O controle militar tem total controle das atividades no espaço civil, projetos empresas.
Para citar alguns projetos, temos:
Projeto da estrela do mar (1962) Estas experiências foram conduzidas na ionosfera, alterando as formas e intensidade dos cintos de Van Allen, etc ..
SPS: Projeto Satélite Energia Solar (1968). Projeto que geraria uma constelação de satélites geoestacionários capaz de interceptar a radiação solar e transmitir os concentrados de micro-ondas de raios terra para uso posterior.
Implicações militares SPS (1978). O projecto SPS foi refeita para ajustar com precisão e não Casão, fins militares. A constelação de satélites podem ser usadas e concentrar a radiação solar para ser usado como um feixe capaz de destruir mísseis inimigos ou objetos não identificados, e interromper as comunicações através da ionosfera como um ecrã refletor, etc …
Todos estes projetos foram oficialmente explicados e tornado público, tais como projetos adequados paraestudar, compreender, melhorar a nossa compreensão da física atmosfera superior. O sistema de poder oculto em uma administração militar de alta patente, também explicou que as várias administrações, que falaram de aumentar o nível de destruição do ozônio e estudar o impacto das alterações climáticas no nosso mundo. Obviamente, o Projeto HAARP serve para outra coisa, ou seja, a de uma guerra Climática, a criação de ondas telúricas, mudando o tempo (clima) e manipulação mental.
O amigo escritor e pesquisador Alessio Di Benedetto em um artigo intitulado ” Os anjos não jogar este harpa “, fala sobre HAARP como um sistema de destruição da Canção da Terra, cuja voz ressoa em uma freqüência de 7,83 htz ( Schumann ressonância). O projeto HAARP é um transmissor de ondas de alta frequência real que pode mudar o tempo, o clima, mas tenha cuidado, HAARP faz parte do plano de manipulação mental, para controlar a forma como pensamos.
Foi produzido por nós grandes potências através da emissão de sinais de som muito baixos (infra-sons) que interferem com o fluxo de ondas semelhantes irradiada pelo cérebro humano. Não se esqueça que, do ponto de vista da vibração física, todos os processos biológicos dependem da interação de campos eletromagnéticos e gravitacionais. Quaisquer pulsos de atividade humana orgânicos e vitais em ressonância com a frequência de Schumann. Nossa própria saúde depende do acordo com esse som. A alteração artificial das quais é submetido esta frequência da Terra, nos impede de sonhar, fantasiar, de inventar, de estar em paz com nós mesmos e com os outros.
O cérebro emite ondas que, no estado de vigília, que funcionam aproximadamente entre 13 e 33 hertz (ondas beta) ou durante o estado de meditação profunda variam entre 3 e 7 Hz. As ondas alfa (7-12 Hz) são dadas off meio adormecido ou em um estado meditativo luz. Finalmente, existem as ondas gama (34-60 Hz) que são responsáveis por conectar tempo e espaço ao nível neuronal e de inter-relacionar a realidade como o desempenho global (memória e consciência). O homem é o produto de interferência de ondas gerado entre seu campo electrodynamic ea ressonância cavidade Schumann.
O cérebro humano é um transceptor dispositivo muito complicado. Daqui resulta que a turbulência geomagnética causada por HAARP e aumento da temperatura da Terra (também causada por chemtrails, ed), causar transtornos mentais e comportamentais. O electrosmog agora podia causar mudanças evolutivas incontroláveis e destruir algumas espécies e desencadear ataques cardíacos, tentativas de suicídio, crimes hediondos …
A caixa de ressonância da Terra-ionosfera sofre modulações naturais decorrentes das manchas solares, o ciclo lunar, marés, que variam a espessura de ressonância da biosfera. Projetos como HAARP, que aquecem ou eliminar a ionosfera, potencialmente representam uma ameaça de proporções catastróficas para o equilíbrio harmônico dos seres vivos e do planeta.
A elevação da Ressonância Schumann é derivada de entradas de redes eletromagnéticas artificiais e cluorofluorocarburi que estão destruindo a vibração do ecossistema terrestre. Nada a ver, portanto, com elevação ventilado da consciência planetária.
Já em 1915, Nikola Tesla deu uma entrevista ao New York Times na qual ele disse que era possível alterar a ionosfera. Variando as frequências e os tempos de exposição, você pode obter os seguintes resultados:
– Afetar drasticamente o tempo; 
– causar terremotos; 
– interferir com as ondas cerebrais dos seres humanos e animais; 
– gerando explosões nucleares sem precipitação radioativa; 
realizar tomografia da Terra; 
– irradiar calor mesmo em bunkers localizados em grandes profundidades; 
– eliminando comunicações específicas sobre vastas áreas, mantendo os militares.
A ionosfera é como uma película de proteção contra as partículas de alta energia que viajam para a Terra do sol. Dan Eden lembra que mesmo um buraco temporário ou uma lágrima neste campo ionizado poderia produzir mutações genéticas e até mesmo a morte. Alguns cientistas também temem que a ionosfera podeentrar em colapso a um desequilíbrio elétrico.
Estamos, portanto, confrontados com uma das armas geofísicas cujo poder destrutivo não tem fronteiras e é capaz de produzir inundações ou secas, explosões radiantes em qualquer altitude e sob a crosta terrestre, causando terremotos de qualquer magnitude.
                                               
Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s