* hitler e os objetivos imperialistas de produção e logística – por villorblue

“CASTA NAZISTA: O grande projeto nazista,não tem nada a ver com etnias/raças. E sim com a submissão/escravidão perpétua de toda humanidade”

Hitler e os objetivos imperialistas de produção e logística

analise de livre pensamento

A maioria dos historiadores burgueses, não pensam a história, tentando enxergar além de provas visuais ou tradições orais, fatos ou depoimentos.

Estas provas têm que ser estudadas e levadas em consideração, fazem parte do contexto investigativo, é o farol de mais peso em todas as análises. Porém, a história exige que a pensemos nas intenções, isto ocorre por motivos diversos; muitos documentos se perdem ou são destruídos e o que resta para análise são apenas trajetórias, principalmente quando estamos diante a um acontecimento como “a segunda guerra burguesa de dominação e apropriação”, onde os sobreviventes sabiam muito pouco de um lado, ou nada queriam dizer do outro.

Nos anos 30, após uma década de propaganda politica do nazismo na Alemanha e o crescimento de simpatizantes a nível planetário. Tínhamos o seguinte panorama:

Na Alemanha, hitler inflava as massas com sua propaganda social nacionalista. Este clima todo era aquecido pela economia alemã, taxada nas exportações pelo capitalismo transnacional, eles não conseguiam colocar seus produtos em outros portos por causa das taxações alfandegarias impostas à Alemanha e ao Japão. Isso ocorria desde 1919. Configurando esta situação econômica um grande combustível para seus discursos inflamados, a estagnação do parque industrial alemão e o ódio étnico.

No japão, tínhamos algo parecido com seu parque industrial, só que o Japão se sentia humilhado pela guerra sino-japonesa e pensava a todo custo, reverter esta humilhação, queria dar o troco.

O nazismo havia reunido um amplo panorama informativo mundial, estava bem informado sobre todos os países europeus, americanos, asiáticos, africanos e contabilizara quem entraria em sua proposta de apoio e quem poderia ser anexado com maior facilidade, estas informações foram através de suas embaixadas, consulados e escritórios pelo mundo afora. E entendia que:

Na Espanha havia todo um clima para implantação do social nacionalismo alemão, eugênico, tirânico. A Espanha saia de uma guerra civil onde Franco era vitorioso, massacrando socialistas, comunistas e anarquistas, reduzindo em pó qualquer tipo de oposição a seus propósitos, franco inclusive, massacrara etnicamente várias regiões, sendo um desses massacres mais conhecidos como Guernica. Com franco, hitler poderia contar, visto que o general não se importava com pessoas ou qualquer ser vivo, lhe interessava apenas o poder, a supremacia.

Colada a Espanha, havia Portugal, com outro tirano escalando as muralhas do poder. Salazar dominava tiranicamente e continuou dominando até a década de 70 com sua sombra maldita.

Na Inglaterra a economia andava de vento em polpa. Os ingleses orgulhosos de sua rapinagem frente ao terceiro mundo, administravam suas colônias, vendiam suas riquezas naturais e alimentavam a luxuria em seu país. Adoravam a monarquia, comprovando assim sua, submissão as castas. O único problema era parte da população que pensava e se indignava, esta parcela das massas veio a se transformar na resistência, mais a frente.

A Itália, apesar de contar com uma parcela que resistia, Mussolini controlava tudo com garrotes de ferro. Ele contava com a simpatia da maioria. A mídia italiana da época apelidara Mussolini de dulce. Dando assim uma ideia da máxima: Para os amigos tudo, para os inimigos a forca, e a lei sou eu quem faço e executo.

Porem, a única nação que poderia representar uma pedra no coturno de hitler, era a frança. A França poderia ser um entrave a jornada nazista. Não por sua classe dominante. A indústria francesa andava bem, porém, na França existia uma grande antipatia à Alemanha e esta rejeição era centenária, os franceses haviam saído da guerra franco/prussia. Esta antipatia era como a existente entre franceses e ingleses, um sem reconhecer o outro.

As outras nações eram meras espectadoras e deixariam a logística da dominação avançar para ver como ficaria negociar no final. É triste, porém existe uma lógica das classes dominantes regionais entreguistas.

Na grande África, devido a composição tribal de sua geopolítica, a desorganização de suas nações e pelo continente estar em situação de colônia dos países europeus, dividido, seria uma guerra de dominação mais fácil, lanças contra armas tecnológicas. Além, conquistando suas matrizes europeias, as colônias viriam quase de brinde, sem muita resistência.

Havia uma nação que poderia causar algum problema no continente, a África do Sul, a mais desenvolvida e organizada, mesmo sendo colônia e sofrendo o apartheid. Porém, a Alemanha controlando a Holanda. Quem se oporia na África do Sul? E os países colônias seriam mais fáceis controlados com a ocupação da França, Portugal, Inglaterra e Bélgica. Teoricamente observamos que existiria a possibilidade de ocupação do continente africano com a infantaria mecanizada nazista, ainda mais se o comando colocasse um general carniceiro para a missão de conquista do continente.

Dominando toda região do Saara, teria uma ou mais rotas para invadir o Oriente Médio, neste caso a entrada no oriente viria grátis. Com as nações preocupadas com suas idiossincrasias, suas religiões seletivas, suas castas e uma sociedade patriarcal fortemente enraizada.

Todo este planejamento é difícil de imaginar e concretizar, porém, não impossível de realizar. Isso ocorre porque todo déspota imperialista conta com a apatia e o individualismo das massas, com seus egocentrismos para que reajam aos ataques externos. Quando as massas começam a pensar na resistência, os tiranos já se instalaram com os seus fuzis, aniquilaram suas crianças, dominaram suas terras, mancharam seus solos com sangue, fizeram suas próprias leis.

No continente americano, diferente dos outros e devido ao oceano atlântico, as tropas nazistas não poderiam chegar por terra devido ao grande mar pela frente. Como em linha reta seria o caminho mais curto, vários dias pelo mar tornaria a logística improvável. A não ser que: Houvesse no Brasil, toda uma realidade favorável às nazis tropas. E havia no Brasil um ditador. Vargas controlava seus opositores com mão de ferro. Tínhamos uma massa que alcunhara este tirano de pai dos pobres e isso se dava mais por suas artimanhas publicitárias. Tínhamos uma mídia burguesa a favor da classe dominante. Os setores de segurança do estado se dobravam para este ditador. E tínhamos uma supremacia branca com plena influência aos portões da ditadura vargueana.

Vargas permitiu que Plínio Salgado influenciasse suas coordenadas. O integralismo no Brasil não foi algum movimento inconsequente. Eles caçavam opositores diuturnamente, os camisas verdes tinha poder de milícia, andavam armados, cercavam e investigavam anarquistas e comunistas igual a uma sombra maldita, sempre na calada, nunca abertamente e por este motivo constam poucos registros de suas atividades truculentas, denunciavam, entregavam, matavam se preciso fosse. Alguns deles foram treinados na Alemanha.

Na costa oeste da América do Sul e América Central e com algumas colônias inglesas, francesas e holandesas, vivíamos uma indefinição politica devido ao caudilhismo que dominava a face castelhana do continente. Sendo fácil imaginar que; conquistando o Brasil seria possível apropriar o resto do continente, adentrando um a um por terra, um por um todos cairiam. Wilson nos EUA pretendia ter os alemães como amigos. Entrando na guerra contra os nazis apenas em 1941 após um submarino alemão afundar um navio americano de carga. Mostrando assim que dependia da evolução do imperialismo alemão, para decidirem a qual lado entrar. Os EUA e o Canadá foram os países que mais faturaram com o conflito bélico.

Brasil, Rússia e países europeus, eram prioridades na estratégia de dominação nazista. Falando em Brasil, seria fácil de chegar por ar/mar. Tinha um parque industrial apreciável que florescia, minério de ferro e alumínio não faltavam em seu solo, isso significava a continuação de suas armas e se conseguisse capitular com Vargas e seu exército, seria fácil dominar o sistema de produção brasileiro para produzir suas bombas. Desta forma, não é difícil imaginar como o nazismo pensava em tomar o oeste das Américas. Por terra obviamente.

Para isso ele precisava do Brasil. Por sua costa leste continental, minérios diversos e fáceis de serem retirados e processados. Forças armadas, em parte favoráveis aos propósitos imperialistas, operários e parque industrial desenvolvido e com grande potencial produtivo. Como vemos, para o nazismo o Brasil tinha potencial, por isso era de vital importância para o conquistador. Hitler contava com um ditador simpático ao povo e uma organização nazista chefiada por plínio salgado, esta organização nazista no Brasil levava o nome de integralismo.

E quanto à Ásia? Se pensarmos, a China seria a nação mais difícil em seu devaneio de dominação planetária. A China seguia seu líder. Mao Tse havia implantado a revolução cultural, que a grosso modo era o retorno as origens chinesas, sua cultura, medicina e tradições. Os chineses agora repudiavam as coisas do ocidente. Incluindo seus laboratórios farmacêuticos. Seria impossível conquistar a numerosa população chinesa se não tivessem a seu favor uma outra grande nação conquistada. Esta nação teria uma grande população, um parque industrial em evidencia e seu solo deveria ser rico em minérios diversos. Seria impossível conquistar a China sem antes conquistar a Índia.

Cerco de Leninegrado – 1941 – 1944
Cerco de Leninegrado – 1941 – 1944

A Alemanha já tinha no Japão o ambiente favorável aos seus planos, os japoneses odiavam a China e este ódio desenvolveu-se através dos seculos, haviam perdido o conflito sino-japonês. Entre as duas nações haviam todos os ingredientes favoráveis a beligerância, faltando apenas a pitada de sal que completaria este prato.

As castas na Índia eram totalmente aceitas e definidas, é uma definição cultural/religiosa milenar. Pobres indianos eram trabalhadores obedientes, ordeiros. Existiam na Índia basicamente 3 castas principais. Pobres, classe média e classe dominante. E um detalhe, a Índia era colônia inglesa. Pensavam os arquitetos do nazi/imperialismo, controlando a Europa controlariam a Inglaterra. Porém como entrar na Índia? Após controlar o poder central indiano (a Inglaterra), como entrariam na Índia por terra? Hitler precisava da Índia conquistada, por, sua rota, seu parque produtivo e acesso às matérias primas fartas.

Conquistar a classe dominante indiana seria fácil, é só lhes garantir a continuação às benesses do poder.

Pensamos que, esta seria a lógica nazista para a dominação total.

Conquistar a classe media, (como formadora de opinião) e para tal, seria preciso apenas a promessa de que seus objetivos de ascensão seriam assegurados, ou preservados. Sempre observando que, esta é uma visão bem simplificada, bem resumida, existindo por trás desta conquista à pequena burguesia, uma complicada engenharia. Deduzindo assim que, conquistar e controlar as massas subservientes, não seria impossível.

Na visão louca do nazi mor, o maior entrave para o imperialismo alemão, era a China, por seu regime politico e mais, por sua cultura antiocidental, ele sabia que só havia uma possibilidade de invasão, por terra e produzindo material bélico e ração para a tropa em sua marcha. Para isso ele contava com o Japão coalizado. Porem, como passar com seus regimentos mecanizados e entrar em solo chinês?

Na União Soviética ele contava com um outro tirano, stalin também controlava as massas com mão férrea, esmagando, também jogara no lixo as noções de Lenin e as teorias de Marx, stalin transformara a União Soviética num capitalismo de estado, dominava os quatro cantos com seus cães de guerra fiéis e sanguinários. Stalin poderia ser um grande aliado, se, na Polônia e na Hungria não houvesse um foco e resistência ao nazismo.

Quando Hitler invadiu Sudetos, entrou em Praga, na Boemia e Morávia teve o apoio de bandera e stetsko e da “organização de ucranianos nacionalistas” e recebeu o tcheco hacha em Berlim, stalin percebeu que o imperialismo alemão almejava muito mais que apenas um aliado, queria anexar a Rússia. Nesta hora os planos imperialistas alemão começaram a ser revertidos. Os nazis perderam a guerra na Rússia. Nestas batalhas. Morreram 27 milhões de russos defendendo o Volta. Um número fabuloso se levarmos em conta, 1 milhão de americanos e ingleses juntos, mortos em toda segunda guerra.

Se, as tropas alemãs conquistassem a URSS entrariam e anexariam a Índia. Com a Europa em rendição, a URSS e o Japão como aliados e a Índia anexada, com todos os modos de produção e dominação concluídos nesta primeira fase, eles entrariam na China, que a grosso modo enfrentava o andamento da revolução cultural e se encontrava concentrando suas energias a esta conclusão. Os EUA financiavam os nacionalistas chineses, retardando a definição da proclamação da república popular, em análise simples ajudava o imperialismo alemão indiretamente.

Conquistando a China, a fase dois da loucura imperialista nazista estaria concluída.

Os déspotas sempre contam com:

1. A subserviência humana e seus complexos de inferioridade.

2. A ignorância e o analfabetismo e as dificuldades do individuo comum para tratar de temas complexos e de necessidades cognitivas mais amplas.

3. O individualismo exacerbado elaborado na filosofia econômica do escocês Adan Smith.

4. A oposição da mida burguesa às teorias anarco-comunistas desenvolvidas por seus maiores teóricos, significando a destruição do capitalismo.

5. Os investimentos massivos em propaganda a favor da sociedade de consumo, bandeira maior do sistema burgues de produção e dominação.

6. Da classe média, esta, apesar de não ser a classe dominante, se intitula como formadora de opinião e neste caso, acena constantemente a bandeira do alpinismo social.

7. Um sistema educacional burgues mundial, visando apenas a preparação técnica do individuo. Status este, massivamente incentivado pelo FMI a partir de 1990.

8. Com a prática massiva das síndromes dos medos, ocasionando propositalmente o aumento da criminalidade comum e da criminalização da pobreza, com fanáticos religiosos, com a desperança, todos estes fatores funcionando como uma torneira social a destruir qualquer tentativa de solidariedade, fraternidade, conscientização e união das massas exploradas.

9. A sociedade de consumo discriminatória por um lado e incentivadora da mais valia por outro, indicando um caminho inumano a todos os seres.

10. As delações, as traições, os engôdos, as maiores covardias sobre aqueles que pensam o contrário e lutam e resistem pela mudança do status quo.

Isto, para citarmos apenas 10 armas conceituais utilizadas pelos déspotas para dominar. Por estes e outros motivos é tão difícil conscientizar as massas. Os conscientes são claros e obtusos em sua praticas, porém o sistema resiste, apesar de enfraquecido.

Por conhecer estas fraquezas próprias aos humanos, hitler pensava conseguir o mundo, usando o ser humano contra o ser humano, as fraquezas de uns contra as fraquezas dos outros. Infelizmente os tiranos pensam assim: O preconceito, racismo, a homofobia, ignorância, o individualismo, sexismo, a xenofobia, o supremacismo, o ódio étnico, etc. Tudo isso são ferramentas utilizadas para dominar e produzir. Todas estas ferramentas são utilizadas pelo sistema burgues de produção e dominação em suas fases democráticas ou autocráticas, como a dizer: Eu conquisto um e faço este um, conquistar mais um. Assim terei dois conquistados a conquistar mais dois, assim sucessivamente.

Por esta explanação, imaginamos como é fácil dominar as massas menos esclarecidas e cegas pela propaganda do sistema burguês de produção.

E quando vemos a social-democracia alemã com seu símbolo suástico maior e não por acaso, partidos nazistas na Polônia, a pseudo/supremacia/branca estadunidense e europeia, o integralismo no Brasil, o narcotráfico internacional nas Américas e em todo planeta, as politicas de contra insurgência em prática e mantida atualmente pelo capital internacional, a submissão das burocracias sindicais globais e seus pelegos traidores da luta de classe, os indiscriminados da sociedade de consumo, os ninguens, os apelos indiscriminados da sociedade de consumo que não polpam nem crianças. Ficamos sim, na espera de uma nova fase do capitalismo, mais obscura, mais tirânica, utilizando uma tecnologia não imaginável a oitenta anos atrás.

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Hallervordem, um dos neuropsiquiatras do nazismo disse ao ser interrogado, em nuremberg. Pergunta: Se sabia e como se sentia ao receber os cérebros de crianças assassinadas nas câmaras de gaz de brandemburg:

Resposta: Não me interessava de como e de onde vinham, não importava o que ocorria fora de seu laboratório.

Hallervordem veio a ser desmascarado anos depois, ao ser encontrado uma agenda com suas idas aos fornos de brandenberg para retirada pessoalmente dos cérebros dos corpos das criancinhas. Foi libertado. E até a década de 60 era tratado como um dos mais importantes neuropsiquiatras, dando conferencias em toda parte, principalmente na Europa.

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As previsões para as próximas décadas são de arrepiar. Porém: As “comunas libertárias” resistem e lutam.

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*Drone Anti-Protesto desenvolvido para “tumultos”, equipado com spray de pimenta

Extraído do blog: http://illuminatielitemaldita.blogspot.com.br/2014/06/drone-anti-protesto-desenvolvido-para.html

Lobo do Deserto

Nicholas Ocidente
Mensagem Ativista

O uso orwelliano de armas não-letais que podem ter resultados mortais só tenho um outro impulso. A empresa sul-Africano chamado Desert Wolf (“Be Anywhere, vê em toda parte”) desenvolveu um robô chamado Skunk motim Controle Copter que pode ser equipado com spray de pimenta e 4 de alta capacidade de barris paint ball para bombardear o público-alvo de manifestantes.

Embora este seja o primeiro anúncio que afirma a intenção de implantar em breve este tipo de armamento, não é o primeiro de seu tipo; drones não-letais armas equipadas têm estado em desenvolvimento há algum tempo e são um fio de cabelo longe de ver a ação em todo o planeta.

A aceitação generalizada de spray de pimenta – uma arma química que é declarado como tal pelo fundador do produto – tem encontrado seu caminho para as mãos de policiais e militares em todo o mundo. Como um número crescente de locais tornam-se focos de agitação entre piora das condições econômicas e conflitos manufaturados, a evolução de armas não-letais continua a ser apontado como uma forma mais humana para lidar com revoltas. A corrida armamentista zangão mundial ea proliferação de armas não-letais cria uma integração tentadora de ambas as tecnologias.

O mais recente desenvolvimento está sendo estimulado pela maior greve da África do Sul desde a era do Apartheid. Proprietários de minas de platina e os sindicatos têm estado em conflito durante meses, resultando em perdas ao norte de US $ 1 bilhão de acordo com relatórios .Relatórios da indústria de defesa, no entanto, convenientemente ignorar as questões sócio-políticas e econômicas que poderiam ser resultantes em protesto legítimo. Pelo contrário, os trabalhadores desses confrontos foram rotulados simplesmente como uma “multidão incontrolável” que precisa ser suprimida para a segurança de “pessoal de segurança.”

A descrição de The Riot Controle Copter não soa como a segurança é a primeira prioridade; soa como castigo.

A Skunk está equipado com 4 de alta capacidade de barris paint ball atirando em até 20 balas por segundo cada, com 80 balas por segundo Pimenta parar qualquer multidão em
suas trilhas.

A capacidade atual de funil 4000 balas e de alta pressão do sistema de fibra de carbono do ar que permite poder de parada real. Luzes estroboscópicas brilhantes, cegando Lasers e com alto-falantes de bordo permite a comunicação e as advertências para a multidão. [Grifo nosso] ( Fonte )

A nova arma em controlo de multidões foi revelado em uma exposição de segurança. Defesa Web relata que esse modelo de anti-protesto zangão provavelmente vai ver acção para além da zona de conflito atual, embora reconhecendo o risco de abuso que tal distanciamento daqueles no chão poderia gerar:

Uma câmera e microfone no posto do operador registra os operadores (um piloto e operador de carga) para que o seu comportamento pode ser monitorado. Hennie Kieser, diretor de Desert Wolf, disse que as pessoas tendem a ser menos agressivos quando eles são monitorados.

Lobo do Deserto, em breve entregar as primeiras 25 unidades para os clientes na indústria de mineração eo UAV entrará em serviço por volta de junho / julho. Kieser disse que era triste que as minas estão em uma situação de violência relacionada greve e é por isso que as minas são o maior mercado para o sistema. Um sistema completo, incluindo câmeras, estação de controle de solo etc vai custar cerca de R $ 500 000.

Kieser disse Desert Wold definitivamente vai exportar o Skunk em África, principalmente para as operações de mineração, e que o sucesso do Sul Africano vai levar a outras ordens. Ele sentiu o melhor mercado não está na África do Sul por causa da atual legislação restringindo o uso zangão.

“Eu não acho que haja nada parecido no mundo”, disse Kieser defenceWeb sobre o feito na África do Sul UAV.

Lobo do Deserto também oferece outros UAVs, incluindo o Mozzy, um multicopter para arremessando jogo. Um link de vídeo ao vivo permite ao operador monitorar o animal-alvo. A empresa também oferece o helicóptero Vespa por dia e vigilância noturna. [Grifo nosso] ( Fonte )

Na verdade, a fusão de armas não-letais e drones não é exatamente nova. Embora tenha havido pushback, em 2012, foi anunciado que o Gabinete do Xerife do Condado de Montgomery perto de Houston, Texas seria a aquisição de um drone de vigilância ShadowHawk. O chefe de polícia Randy McDaniel estava animado com outras aplicações:

Sobre o tema da alinhavando um distribuidor de gás lacrimogêneo ou uma arma de fogo que dispara não letais balas de borracha, McDaniel diz que poderia, eventualmente, ser uma idéia do departamento decide ir com ele.

“Essas são as coisas que a lei utiliza no dia a dia e em certas situações pode ser vantajoso ter este tipo de sistema no UAV.” [Grifo nosso] ( Fonte )

Em julho do ano passado, verificou-se que o Departamento de controlo das fronteiras Segurança Interna dos EUA estava considerando drones weaponized não letais usados ​​para “imobilizar pessoas.”

Os documentos , obtidos pela Electronic Frontier Foundation por meio de um pedido de liberdade de Information Act, mostrar o CEC, sugerindo em uma “aplicação da lei sensível” relatório ao Congresso que os seus drones poderia ser atualizado para incluir as armas para atirar em “alvos de interesse.” Os documentos não armas específicas detalhe, mas rodadas “não letais” implantados em drones poderia viabilizar incluir balas de borracha, gás lacrimogêneo, ou um choque Taser-like.[grifo nosso] ( Fonte )

Por enquanto, tal implementação não aconteceu, mas quando se vê a crescente indignação com a atual crise de imigração dos EUA ameaçam a espiral fora de controle, talvez este seja mais facilmente abraçado como uma “solução”? Uma vez que o precedente está definida, uma vez que parece que será na África do Sul, existe apenas uma orientação onde este pode pode conduzir.

Embora a situação na África do Sul é seguramente um problema complexo, se o uso de drones weaponized e armas não letais está em outro lugar qualquer guia, o seu uso pode causar lesões adicionais, morte e conflitos, e não menos. E quando isso é parte do modelo de negócio? Ele é tudo, mas garantido.

Fonte:
http://www.theverge.com/2014/6/17/5819564/skunk-drone-shoots-crowds-with-pepper-spray-paintballs

via: activistpost.com